Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Edward Thomas – Degelo

“Degelo”, um poema de Edward Thomas, contempla a transição silenciosa entre o inverno e a primavera por meio de um instante quase imperceptível da natureza. O olhar atento das gralhas revela aquilo que escapa aos homens: o tempo mudando de estação e a renovação do mundo acontecendo discretamente diante de todos.
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Howard Nelson – Meu pai ia a funerais

“Meu pai ia a funerais”, um poema de Howard Nelson que parte da memória filial para investigar o significado oculto dos gestos comuns.
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Sebastian Lopez-Bermejo – Partisanos de Pripyat (МАСКИРОВКА)

Leia “Partisanos de Pripyat”, de Sebastian Lopez-Bermejo: um poema que transforma a resistência da guerra em metáfora da memória e da persistência afetiva.
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W. S. Merwin – Apenas isto

Leia “Apenas Isto”, de W. S. Merwin: um poema que une cosmos, tempo, consciência e linguagem em uma profunda meditação sobre a existência.
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James A. Pearson – Enquanto isso

Leia “Enquanto isso”, de James A. Pearson: um poema sobre ansiedade, natureza e a inesperada esperança encontrada na continuidade da primavera.
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Isabel Bono – O futuro acabará por chegar

“O futuro acabará por chegar”, um poema de Isabel Bono, observa com delicadeza a maneira como acumulamos lembranças enquanto adiamos a própria vida. Fotografias, objetos e palavras tornam-se pequenos arquivos do tempo, até que a expectativa do futuro revela sua contradição: preservar a felicidade pode ser também uma forma silenciosa de não vivê-la.
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Muriel Rukeyser – À espera de Ícaro

Leia “À espera de Ícaro”, de Muriel Rukeyser: um poema que reinventa o mito de Ícaro para refletir sobre amor, espera, memória e liberdade.
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Jacqueline Woodson – Posto de controle na Cisjordânia, 2016

Leia “Posto de controle na Cisjordânia, 2016”, de Jacqueline Woodson: um poema sobre maternidade, empatia e humanidade em meio ao conflito.
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Robert Bly – Retorno à Solitude

Leia “Retorno à Solitude”, de Robert Bly: um poema sobre memória, morte, transformação e o enigma de regressar ao que o tempo modificou.
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Denise Levertov – Viver

Leia “Viver”, de Denise Levertov: um poema sobre a beleza efêmera da natureza e a consciência de que cada instante pode ser o último.