Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Kim Addonizio – A porta azul

“A Porta Azul”, um poema de Kim Addonizio em que o tempo se dobra no instante antes da perda, e o amor, já irremediável, ainda se oferece à boca como sal.
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Jane Kenyon – Talvez seja assim

“Talvez Seja Assim”, um poema de Jane Kenyon sobre a velocidade com que a vida se afasta de nós — e o instante suspenso em que percebemos que já passamos por tudo sem ter tocado em nada.
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Amor: 11 poemas sobre corpo, perda e permanência

Uma coletânea comentada de poemas de amor que vão além do romance: corpo, perda, desejo, doença e permanência em grandes vozes da poesia contemporânea.
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Louise Glück – Madrugada

“Madrugada”, um poema de Louise Glück que sussurra o cansaço das palavras entre dois corpos distantes, onde o amor se dissolve em tarefas e o silêncio — mais que a dor — passa a responder.
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Faith Shearin – Desastres Naturais

“Desastres Naturais”, um poema de Faith Shearin que revela, sob o ruído do caos, a súbita e silenciosa trégua entre forças contrárias — como se, diante da fragilidade última, até a natureza se recordasse da ternura.
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Anna Kamieńska – Anaximandro chega à costa do exílio e funda a cidade de Sozópolis

“Anaximandro chega à costa do exílio e funda a cidade de Sozópolis”, um poema de *Anna Kamieńska* que, à beira de um mundo abandonado, revela como até o desterro pode ocultar o gesto inaugural de uma outra pátria — feita de silêncio, memória e desengano.
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Anna Kamieńska – O silêncio de Jó

“O Silêncio de Jó”, um poema de Anna Kamieńska em que o silêncio ressoa como enigma último — entre a humildade e o orgulho, entre a resignação e o abismo da linguagem.
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Anna Kamieńska – Profetas

“Profetas”, um poema de Anna Kamieńska em que o silêncio dos que viam mais longe ecoa nas ruínas de um mundo que desaprendeu os nomes das coisas, desfez os gestos da compaixão e já não reconhece a linguagem das pedras, das plantas ou do fogo.
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Anna Kamieńska – Minha mãe e eu

“Minha Mãe e Eu”, um poema de Anna Kamieńska sobre o tempo que não une pelo calendário, mas pelo sofrimento — e sobre o silêncio como a última linguagem entre almas que um dia se buscavam em vão.
