Categoria: Federico García Lorca
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Federico García Lorca – E Depois…

“E Depois…”, um poema de Federico García Lorca, reduz a experiência humana a um processo de desaparecimento: tempo, desejo, aurora e amor se dissolvem até restar apenas o deserto. Com extrema concisão e força simbólica, Lorca constrói uma meditação sombria sobre a transitoriedade, o esvaziamento das ilusões e aquilo que permanece quando todas as promessas…
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Federico García Lorca – 1910 (Intermezzo)

“1910 (Intermezzo)”, um poema de Federico García Lorca que revisita o olhar inaugural da infância para revelar, entre imagens oníricas e presságios, o vazio oculto no curso inevitável das coisas.
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Federico Garcia Lorca – Pranto por Ignacio Sánchez Mejías

1. A captura e a morte Às cinco da tarde.Eram as cinco em ponto dessa tarde Um menino trouxe o lençol brancoàs cinco da tarde. Uma alcofa de cal já prevenidaàs cinco da tarde.O mais era só morte e apenas morteàs cinco da tarde. O vento arrebatou os algodõesàs cinco da tarde.E o óxido semeou…
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Federico Garcia Lorca – Pranto por Ignacio Sánchez Mejías

1. A captura e a morte Às cinco da tarde.Eram as cinco em ponto dessa tarde Um menino trouxe o lençol brancoàs cinco da tarde. Uma alcofa de cal já prevenidaàs cinco da tarde.O mais era só morte e apenas morteàs cinco da tarde. O vento arrebatou os algodõesàs cinco da tarde.E o óxido semeou…
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Federico García Lorca – E Depois…

Os labirintos que criam o tempo se desvanecem. (Só fica o deserto.) O coração, fonte do desejo, se desvanece. (Só fica o deserto) A ilusão da aurora e os beijos se desvanecem. Só fica o deserto. Um ondulado deserto. Trad.: William Agel de Mello Y después Los laberintosque crea el…
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Federico García Lorca – 1910 (Intermezzo)

“1910 (Intermezzo)”, um poema de Federico García Lorca que revisita o olhar inaugural da infância para revelar, entre imagens oníricas e presságios, o vazio oculto no curso inevitável das coisas.