Tag: Amor
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Ana Goês – Convida-me só para jantar

“Convida-me só para jantar”, um poema de Ana Goês, transforma um gesto cotidiano de cuidado numa delicada ética da intimidade. Entre sopa quente, vinho servido devagar e conversa sem exigências, o eu lírico pede apenas presença, gentileza e tempo, revelando como a ternura pode nascer justamente da recusa da pressa e da pressão.
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Marina Tzvietáieva – Você me Amava

“Você me Amava”, um poema de Marina Tzvietáieva, condensa a vertigem de um amor julgado imenso e a brusca revelação de seu limite. Entre honestas mentiras, ardor e despedida, o poema transforma a desilusão amorosa em lampejo de verdade, expondo com intensidade a distância entre o que se crê eterno e o que subitamente termina.
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Amalia Bautista – Al Cabo (em duas traduções)

“Al Cabo”, em duas traduções, um poema de Amalia Bautista, reduz a existência ao que permanece quando o supérfluo desaparece: poucas palavras, poucos afetos e raríssimas coisas verdadeiramente essenciais. Com clareza desarmante, o poema aproxima amor, tempo e mortalidade, revelando a delicada medida pela qual uma vida pode ser julgada.
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Federico García Lorca – E Depois…

“E Depois…”, um poema de Federico García Lorca, reduz a experiência humana a um processo de desaparecimento: tempo, desejo, aurora e amor se dissolvem até restar apenas o deserto. Com extrema concisão e força simbólica, Lorca constrói uma meditação sombria sobre a transitoriedade, o esvaziamento das ilusões e aquilo que permanece quando todas as promessas…
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Guilherme de Almeida – Soneto XXVII

“Soneto XXVII”, um poema de Guilherme de Almeida, retrata o encontro silencioso entre dois antigos amantes que fingem desconhecer o passado compartilhado. Sob a aparente indiferença, porém, um simples cruzar de olhares restitui aquilo que o tempo não conseguiu apagar: a lembrança melancólica de um amor irrecuperável.
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Joan Margarit – Casal

“Casal”, um poema de Joan Margarit que retrata a intimidade de dois amantes na velhice, quando o mundo exterior parece se afastar lentamente e a memória passa a ocupar o centro da existência.
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Joan Margarit – A última tarde

“A última tarde”, um poema de Joan Margarit que captura o instante suspenso entre a presença e a perda.
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Joan Margarit – Cena

“Cena”, um poema de Joan Margarit que contrapõe dois casais em momentos opostos da existência para refletir sobre erosão do amor, envelhecimento e finitude.
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Joan Margarit – Passando em frente ao Terramar

“Passando em frente ao Terramar”, um poema de Joan Margarit que revisita um antigo hotel ligado à memória amorosa e à juventude do narrador.
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Goethe – Pensamentos Noturnos

Leia “Pensamentos Noturnos”, de Goethe, um poema que contrapõe a eternidade das estrelas à intensidade única do amor humano.