Categoria: Eiléan Ní Chuilleanáin
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Eiléan Ní Chuilleanáin – A serenata de Hofstetter

A serenata de Hofstetter(Máire Ní Chuilleanáin1 1944-1990) Senti a corrente de ar há pouco, enquanto digitava os números –a data de sua morte, ocorrida há vinte e cinco anos;estamos em maio, mas a noite clara está ficando mais fria,o denso fardo se abriu e a dor se disseminouao longo desses anos desconhecidos para ela2, e…
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Eiléan Ní Chuilleanáin – A torre da dama

Vazia, minha alta torre inclina-se Para trás no penhasco; meu colmo Conversa com a amplidão dispersa, Garças. A parede cinza Corta para baixo e encontra Um instável córrego inundado Por seixos, pequenas aves Mergulhadoras. Lá embaixo, meus porões sondam. Atrás de mim, as oblíquas veias da colina Se deslocam; úmida está minha cozinha, Aranhas escondidas…
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Eiléan Ní Chuilleanáin – O quarto de um cavalheiro

Essas compridas sombras recuando,Um rio de telhados inclinando-se Do lado do vale.Frontões e chaminésE torres, com árvores aninhadas entre elas:Todas as formas de um cemitérioVistas do alto de sua janela. Um espelho em forma de caixão responde,Luz suave, polido, liso como a pele,Azul como grama cortada no gramado,Gravatas retorcidas dobradas sobre ele. Abrindo a porta,…
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Eiléan Ní Chuilleanáin – Bessboro

Eis o que herdei —Nunca foi minha própria vida,Mas o nome de uma casa que ouviE outros ouviram como advertênciaDo que poderia acontecer a uma garotaOusada e apanhada pela má-sorte:Um fragmento de um destinoDesolador, uma nota-marreta de medo — Mas eu nunca vi o lugar.Agora que estou em frente ao portãoE aquele tempo há muito…