W. H. Auden – Aquele que Ama Mais

Contemplando as estrelas, logo eu discirno Que, por elas, eu posso ir para o inferno, Porém, na terra, a indiferença é o que menos Temos a temer, de animais e humanos Como seria se os astros de paixão Por nós ardessem e disséssemos não? Se os afetos nunca podem ser iguais Pois que seja eu … Continue lendo W. H. Auden – Aquele que Ama Mais

W. H. Auden – Funeral Blues

BLUES FÚNEBRE Que parem os relógios, cale o telefone, jogue-se ao cão um osso e que não ladre mais, que emudeça o piano e que o tambor sancione a vinda do caixão com seu cortejo atrás. Que os aviões, gemendo acima em alvoroço, escrevam contra o céu o anúncio: ele morreu. Que as pombas guardem … Continue lendo W. H. Auden – Funeral Blues

W. H. Auden – Ao Descer a Rua Bristol

Ao descer a rua Bristol uma tarde, eu vi os demais que eram como, antes da ceifa, os já maduros trigais. E ouvi junto ao rio, debaixo da ponte da ferrovia, um namorado cantando como ele sempre amaria: “Vou te amar, meu bem, até que a África se junte à China, que o rio salte … Continue lendo W. H. Auden – Ao Descer a Rua Bristol

W. H. Auden – Musée des Beaux-Arts

     Sobre o sofrimento jamais se enganaram os velhos Mestres: eles bem compreenderam   a condição humana, viram como certas                                         coisas acontecem enquanto alguém por aí está comendo ou                                         abrindo a janela ou apenas caminhando sem pressa.      Sabem que, enquanto os mais velhos es-                        tão, reverentemente, apaixo-                                                 nadamente,               à espera     do “birth” … Continue lendo W. H. Auden – Musée des Beaux-Arts

W. H. Auden – Blues Fúnebre

BLUES FÚNEBRE – 1ª Tradução Que parem os relógios, cale o telefone, jogue-se ao cão um osso e que não ladre mais, que emudeça o piano e que o tambor sancione a vinda do caixão com seu cortejo atrás. Que os aviões, gemendo acima em alvoroço, escrevam contra o céu o anúncio: ele morreu. Que … Continue lendo W. H. Auden – Blues Fúnebre