José Agostinho Baptista – É a prata da minha amada

É a prata da minha amada. Dir-lhe-ei docemente adeus, e que não arranque os espinhos da primeira rosa, subindo pela vida. E quando eu caminhar pelo vale da sombra, ela descerá ao pequeno porto, descalçando as sandálias, mergulhando no mar, repetindo os nomes de todos os que partiram, de todos os que a amaram, hesitando … Continue lendo José Agostinho Baptista – É a prata da minha amada