Categoria: Poesia em Língua Espanhola
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Amalia Bautista – Al Cabo (em duas traduções)

“Al Cabo”, em duas traduções, um poema de Amalia Bautista, reduz a existência ao que permanece quando o supérfluo desaparece: poucas palavras, poucos afetos e raríssimas coisas verdadeiramente essenciais. Com clareza desarmante, o poema aproxima amor, tempo e mortalidade, revelando a delicada medida pela qual uma vida pode ser julgada.
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Federico García Lorca – E Depois…

“E Depois…”, um poema de Federico García Lorca, reduz a experiência humana a um processo de desaparecimento: tempo, desejo, aurora e amor se dissolvem até restar apenas o deserto. Com extrema concisão e força simbólica, Lorca constrói uma meditação sombria sobre a transitoriedade, o esvaziamento das ilusões e aquilo que permanece quando todas as promessas…
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Joan Margarit – Paisagem

“Paisagem”, um poema de Joan Margarit que apresenta a solidão não como abandono, mas como um último refúgio onde identidade, memória e companhia se confundem.
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Joan Margarit – Rumo ao crepúsculo

“Rumo ao Crepúsculo”, um poema de Joan Margarit que imagina a família como uma procissão através do tempo, unindo vivos e mortos em uma mesma paisagem de memória.
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Joan Margarit – Recolhimentos

“Recolhimentos”, um poema de Joan Margarit que reflete sobre o envelhecimento, o esgotamento diante do ruído do mundo e a busca por uma forma mais essencial de existência.
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Joan Margarit – Inverno

“Inverno”, um poema de Joan Margarit que utiliza a presença silenciosa de uma coleção de livros nunca lida para refletir sobre envelhecimento, expectativa e finitude.
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Joan Margarit – Casal

“Casal”, um poema de Joan Margarit que retrata a intimidade de dois amantes na velhice, quando o mundo exterior parece se afastar lentamente e a memória passa a ocupar o centro da existência.
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Joan Margarit – O nascimento da tragédia

“O nascimento da tragédia”, um poema de Joan Margarit que reflete sobre a fragilidade dos mitos, a insuficiência das crenças e a busca humana por significado diante do sofrimento.
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Joan Margarit – A última tarde

“A última tarde”, um poema de Joan Margarit que captura o instante suspenso entre a presença e a perda.
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Joan Margarit – Restauração

Um meio-dia de verão. Sob o sol, a abadia.Visitantes em grupos respeitososexploram os espaços vagos de outros tempos,hoje reconstruídos, bem iluminados.Mas que já é um cadáver. Aqui só havia vidaquando a escuridão, vinda das abóbadas,deslizava pelos muros.Monges encapuzados, transformadosem terra vermelha sob algum vinhedo,erguiam estruturas distintas em suas mentes.Faziam-no com o luxode uma ideia de…