Categoria: Poesia em Língua Espanhola
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Eloy Sánchez Rosillo – Aviso aos Caminhantes

“Aviso aos caminhantes”, um poema de Eloy Sánchez Rosillo, reflete sobre esses raros instantes em que a vida se ilumina e exige decisão imediata. Entre o acaso, o destino e a coragem de romper com o hábito, o poema transforma a escolha num teste espiritual: acolher o milagre fugaz ou condenar-se à noite de quem…
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Josep M. Rodríguez – Primeira Visita ao Zoológico

“Primeira Visita ao Zoológico”, um poema de Josep M. Rodríguez, parte de um diálogo íntimo entre mãe e filho para refletir sobre a tristeza, a imaginação infantil e a dolorosa descoberta da vida adulta. Entre a ternura da escuta materna e a metáfora final das grades, o poema transforma o crescimento numa perda gradual de…
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Juan Vicente Piqueras – Nomes Apagados

“Nomes apagados”, um poema de Juan Vicente Piqueras, acompanha a lenta erosão da linguagem na mente do pai, começando pelo desaparecimento dos nomes e avançando sobre a própria substância do mundo. Entre afeto e devastação, o poema reflete sobre memória, identidade e perda, mostrando como o esquecimento não apaga apenas as palavras, mas também o…
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Ángel González – Todos vocês parecem felizes…

“Todos vocês parecem felizes”, um poema de Ángel González, confronta a aparência de felicidade com o ressentimento e a amargura que atravessam as relações humanas. Entre manifestações de amor e impulsos de ódio, o poeta denuncia a fragilidade da convivência e acaba por reconhecer, em si mesmo, a desolação que observa nos outros. Uma reflexão…
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Sebastian Lopez-Bermejo – Partisanos de Pripyat (МАСКИРОВКА)

Leia “Partisanos de Pripyat”, de Sebastian Lopez-Bermejo: um poema que transforma a resistência da guerra em metáfora da memória e da persistência afetiva.
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Isabel Bono – O futuro acabará por chegar

“O futuro acabará por chegar”, um poema de Isabel Bono, observa com delicadeza a maneira como acumulamos lembranças enquanto adiamos a própria vida. Fotografias, objetos e palavras tornam-se pequenos arquivos do tempo, até que a expectativa do futuro revela sua contradição: preservar a felicidade pode ser também uma forma silenciosa de não vivê-la.
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Amalia Bautista – Al Cabo (em duas traduções)

“Al Cabo”, em duas traduções, um poema de Amalia Bautista, reduz a existência ao que permanece quando o supérfluo desaparece: poucas palavras, poucos afetos e raríssimas coisas verdadeiramente essenciais. Com clareza desarmante, o poema aproxima amor, tempo e mortalidade, revelando a delicada medida pela qual uma vida pode ser julgada.
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Federico García Lorca – E Depois…

“E Depois…”, um poema de Federico García Lorca, reduz a experiência humana a um processo de desaparecimento: tempo, desejo, aurora e amor se dissolvem até restar apenas o deserto. Com extrema concisão e força simbólica, Lorca constrói uma meditação sombria sobre a transitoriedade, o esvaziamento das ilusões e aquilo que permanece quando todas as promessas…
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Joan Margarit – Paisagem

“Paisagem”, um poema de Joan Margarit que apresenta a solidão não como abandono, mas como um último refúgio onde identidade, memória e companhia se confundem.
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Joan Margarit – Rumo ao crepúsculo

“Rumo ao Crepúsculo”, um poema de Joan Margarit que imagina a família como uma procissão através do tempo, unindo vivos e mortos em uma mesma paisagem de memória.