António Ramos Rosa – O jardim

Consideremos o jardim, mundo de pequenas coisas, calhaus, pétalas, folhas, dedos, línguas, sementes. Sequências de convergências e divergências, ordem e dispersões, transparência de estruturas, pausas de areia e de água, fábulas minúsculas. Geometria que respira errante e ritmada, varandas verdes, direções de primavera, ramos em que se regressa ao espaço azul, curvas vagarosas, pulsações de … Continue lendo António Ramos Rosa – O jardim