Categoria: Ubi Sunt?
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Joan Margarit – Cena

“Cena”, um poema de Joan Margarit que contrapõe dois casais em momentos opostos da existência para refletir sobre erosão do amor, envelhecimento e finitude.
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Joan Margarit – Passando em frente ao Terramar

“Passando em frente ao Terramar”, um poema de Joan Margarit que revisita um antigo hotel ligado à memória amorosa e à juventude do narrador.
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Laura Liuzzi – [toda saudade é particular]
![Laura Liuzzi – [toda saudade é particular]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2026/07/ChatGPT-Image-22-de-mai.-de-2026-22_18_55.png)
“[toda saudade é particular]”, um poema de Laura Liuzzi que parte da experiência íntima da saudade para investigar o destino de tudo aquilo que desaparece.
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Penelope Shuttle – Superada

“Superada”, um poema de Penelope Shuttle que captura o instante delicado em que a maternidade se vê confrontada pela passagem do tempo.
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Gjertrud Schnackenberg – 1. Tirando o pó

“1. Tirando o pó”, um poema de Gjertrud Schnackenberg que transforma gestos domésticos cotidianos em meditação sobre memória, matéria e permanência.
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Louise Glück – Parábola do voo

“Parábola do voo”, um poema de Louise Glück que transforma o voo de uma revoada em meditação sobre a transitoriedade do amor e da experiência humana.
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Eavan Boland – Eurídice fala

“Eurídice fala”, um poema de Eavan Boland que revisita o mito clássico a partir de uma voz íntima e deslocada, refletindo sobre memória, linguagem e reconhecimento em um espaço onde o real e o mítico se confundem.
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Jack Gilbert – Os hotéis perdidos de Paris

A lembrança de hotéis parisienses acompanha um amor que persiste na memória, embora lugares, corpos e anos desapareçam. O poema contrapõe a intensidade do vivido à certeza da perda, sem reduzir essa experiência à nostalgia.
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Ferreira Gullar – Cantiga pra não Morrer

“Cantiga para não Morrer”, um poema de Ferreira Gullar que transforma a despedida amorosa em súplica delicada contra o desaparecimento.
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Adam Zagajewski – Tadeusz Kantor

“Tadeusz Kantor”, um poema de Adam Zagajewski que revisita a figura do encenador polonês Tadeusz Kantor para refletir sobre o tempo, a morte e a memória, mostrando como a arte revela a degradação inevitável da vida e transforma a existência em uma sucessão de despedidas.