Friedrich Hölderlin – As Parcas

Dai-me, Potestades, mais um verão apenas, Apenas um outono de maduro canto, Que de bom grado, o coração já farto Do suave jogo, morrerei então. A alma que em vida nunca desfrutou os seus Direitos divinos nem no Orco acha repouso; Mas se eu lograr o que é sagrado, o que Trago em meu coração, … Continue lendo Friedrich Hölderlin – As Parcas

Friedrich Hölderlin – Outrora e Agora

De manhã era feliz, quando jovem, E à noite chorava; já hoje, mais velho, Começo meu dia em dúvida, porém Seu fim é para mim sagrado e sereno. Trad.: Antonio Cicero Ehmals und jetzt In jüngern Tagen war ich des Morgens froh, Des Abends weint’ich; jetzt, da ich älter bin, Beginn ich zweifelnd meinen Tag, … Continue lendo Friedrich Hölderlin – Outrora e Agora

Friedrich Hölderlin – A Brevidade

“Por que és tão breve? Não amas mais, como outrora, O canto? Quando jovem, não chegavas, Nos dias de esperança, Nunca ao fim, quando cantavas!” Tal qual minha sorte é meu canto. – Queres ao arrebol Banhar-te alegremente? Foi-se! E a terra está fria E o pássaro da noite esvoaça incomodamente aos olhos teus.   … Continue lendo Friedrich Hölderlin – A Brevidade