Tag: Memento Mori
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Wendell Berry – Três Poemas Elegíacos

Leia “Três poemas elegíacos”, de Wendell Berry: uma elegia sobre morte, memória, terra e a dignidade da despedida em harmonia com a natureza.
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Maria Popova – Mas tivemos música

Leia “Mas tivemos música”, de Maria Popova, um poema luminoso sobre finitude, cosmos, beleza e a capacidade humana de se maravilhar diante do universo.
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Joan Margarit – Rumo ao crepúsculo

“Rumo ao Crepúsculo”, um poema de Joan Margarit que imagina a família como uma procissão através do tempo, unindo vivos e mortos em uma mesma paisagem de memória.
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Joan Margarit – A última tarde

“A última tarde”, um poema de Joan Margarit que captura o instante suspenso entre a presença e a perda.
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Joan Margarit – Restauração

Um meio-dia de verão. Sob o sol, a abadia.Visitantes em grupos respeitososexploram os espaços vagos de outros tempos,hoje reconstruídos, bem iluminados.Mas que já é um cadáver. Aqui só havia vidaquando a escuridão, vinda das abóbadas,deslizava pelos muros.Monges encapuzados, transformadosem terra vermelha sob algum vinhedo,erguiam estruturas distintas em suas mentes.Faziam-no com o luxode uma ideia de…
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Joan Margarit – Tua Rua

Chegas a uma manhã luminosa.Aos quarenta e dois. Andorinhasvoam de uma ponta a outra da rua.Cálculo de estruturas: diante de tiergue-se o frio terminal de um limite.De repente, encontras-te só em casa.E o inverno já chegou até a rua.E teus setenta anos sorriem para ti.Percebes então o quanto tudo está perto.Um ônibus, um metrô. Chegas…
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José Emilio Pacheco – 4 poemas: a fotografia como ausência

“4 poemas: a fotografia como ausência”, de José Emilio Pacheco, reúne meditações breves e contundentes sobre fotografia, tempo e desaparecimento.
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Roger McGough – Desafiando a gravidade

“Desafiando a gravidade”, um poema de Roger McGough que parte de uma metáfora científica simples para refletir sobre a doença terminal, a perda e o mistério da morte.
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Cecilia Meireles – Cântico VI

Leia “Cântico VI”, de Cecília Meireles, um poema sobre morte, renovação e eternidade, em que o fim se revela como parte do contínuo da existência.
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Jane Kenyon – Queda

“Queda”, um poema de Jane Kenyon que reúne acontecimentos naturais, corporais e históricos numa mesma corrente de transformação inevitável.