Richard Eberhart – A marmota

Em junho, entre os campos dourados, Avistei uma marmota morta. Morta ela estava; meu juízo se abalou, E a mente projetou a nossa fragilidade nua. Lá embaixo, no vigoroso verão, Sua forma começou a absurda mutação, E fez oscilar meus sentidos para o sombrio Vendo a natureza feroz que nela havia. Inspecionando de perto o … Continue lendo Richard Eberhart – A marmota