Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Wendell Berry – Amadurecer

“Amadurecer”, um poema de Wendell Berry, reflete sobre o envelhecimento amoroso à luz da morte e da memória dos que se foram. Ao reconhecer a finitude, o poema descobre uma intimidade mais funda com o mundo e com o ser amado, transformando a amargura do tempo na doçura serena do amadurecer compartilhado.
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Mark Strand – Mar negro

“Mar Negro”, um poema de Mark Strand, transforma a contemplação do mar noturno numa meditação sobre desejo, ausência e expectativa. Entre estrelas, ondas e silêncio, o eu lírico projeta a chegada de alguém amado e confronta, ao fim, a fragilidade dessa esperança diante da vastidão indiferente do mundo.
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Dorianne Laux – Encantos sombrios

“Encantos Sombrios”, um poema de Dorianne Laux, acompanha as marcas do tempo sobre o corpo, a cidade e a lembrança. Entre perdas discretas e permanências inesperadas, a poeta transforma o passado em uma presença viva que continua respirando dentro de nós, feito sombra, música e linguagem ainda à procura de um nome.
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Adam Zagajewski – Em maio

“Em Maio”, um poema de Adam Zagajewski, transforma uma caminhada matinal pela floresta em uma delicada meditação sobre os mortos e a permanência da vida. Ao ouvir o despertar das aves e das árvores, o poeta encontra uma resposta inesperada: aquilo que desapareceu talvez sobreviva na própria música do mundo.
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Edward Thomas – Degelo

“Degelo”, um poema de Edward Thomas, contempla a transição silenciosa entre o inverno e a primavera por meio de um instante quase imperceptível da natureza. O olhar atento das gralhas revela aquilo que escapa aos homens: o tempo mudando de estação e a renovação do mundo acontecendo discretamente diante de todos.
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Howard Nelson – Meu pai ia a funerais

“Meu pai ia a funerais”, um poema de Howard Nelson que parte da memória filial para investigar o significado oculto dos gestos comuns.
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Sebastian Lopez-Bermejo – Partisanos de Pripyat (МАСКИРОВКА)

Leia “Partisanos de Pripyat”, de Sebastian Lopez-Bermejo: um poema que transforma a resistência da guerra em metáfora da memória e da persistência afetiva.
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W. S. Merwin – Apenas isto

Leia “Apenas Isto”, de W. S. Merwin: um poema que une cosmos, tempo, consciência e linguagem em uma profunda meditação sobre a existência.
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James A. Pearson – Enquanto isso

Leia “Enquanto isso”, de James A. Pearson: um poema sobre ansiedade, natureza e a inesperada esperança encontrada na continuidade da primavera.
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Isabel Bono – O futuro acabará por chegar

“O futuro acabará por chegar”, um poema de Isabel Bono, observa com delicadeza a maneira como acumulamos lembranças enquanto adiamos a própria vida. Fotografias, objetos e palavras tornam-se pequenos arquivos do tempo, até que a expectativa do futuro revela sua contradição: preservar a felicidade pode ser também uma forma silenciosa de não vivê-la.