Categoria: Sylvia Plath
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Sylvia Plath – Achava que não Podia ser Magoada

“Achava que não Podia ser Magoada”, um poema de Sylvia Plath, percorre a passagem abrupta da euforia para a devastação íntima. A partir da imagem de um coração delicado como cristal, o poema encena a descoberta da vulnerabilidade humana, mostrando como prazer, amor e alegria podem conter, em seu próprio brilho, a semente da perda.
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Sylvia Plath – Estrelas sobre a Dordonha

Estrelas caem, cerradas como pedras, sobre a paliçadade galhos das árvores, cuja silhueta é mais escuraQue o breu do céu, porque nela não tem estrelas.O bosque é um poço. As estrelas caem silenciosamente.Parecem grandes, mas caem, e nenhuma lacuna é visível.Tampouco fazem subir chamas de onde caem,Nem qualquer sinal de aflição ou ansiedade.São imediatamente devoradas…
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Sylvia Plath – Limite

A mulher está perfeita. Seu corpo Morto enverga o sorriso de completude, A ilusão de necessidade Grega voga pelos veios da sua toga, Seus pés Nus parecem dizer: Já caminhamos tanto, acabou. Cada criança morta, enrodilhada, cobra branca, Uma para cada pequena Tigela de leite vazia. Ela recolheu-as todas Em seu corpo, como pétalas Da…
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Sylvia Plath – Achava que não Podia ser Magoada

Achava que não podia ser magoada; achava que com certeza era imune ao sofrimento — imune às dores do espírito ou à agonia. Meu mundo tinha o calor do sol de abril Meus pensamentos, salpicados de verde e ouro. Minha alma em êxtase, ainda assim conheceu a dor suave e aguda que só o prazer…
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Sylvia Plath – A Redoma de Vidro (excerto)

“Eu vi minha vida estendendo seus galhos em minha frente como a figueira verde da história. Da ponta de cada ramo, como um figo roxo e grande, um maravilhoso futuro acenava e piscava. Um figo era um marido e um lar feliz e filhos, e outro figo era uma famosa poetisa e outro figo era…