Categoria: Barbara Crooker
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Barbara Crooker – Luz de Folha

“Luz de Folha”, um poema de Barbara Crooker que sussurra a efemeridade do ser, dançando entre o brilho e a sombra, onde o outono revela a alma oculta da luz que se esvai, mas persiste no véu da memória.
Nelson Santander
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Barbara Crooker – Às vezes, sou arrancada de mim mesma

“Às vezes, sou arrancada de mim mesma”, um poema de Barbara Crooker em que o movimento do mundo exterior desencadeia uma epifania silenciosa, revelando como a fragilidade e a renovação se entrelaçam no ciclo invisível da existência.
Nelson Santander
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Barbara Crooker – O luto

“O Luto”, um poema de Barbara Crooker sobre a travessia emocional através do rio da dor da perda.
Nelson Santander
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Barbara Crooker – Natal sem você

“Natal sem você”, um poema de Barbara Crooker sobre a ausência que ecoa nas tradições, o vazio deixado pela perda e a luta para encontrar luz nas noites mais escuras.
Nelson Santander
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Barbara Crooker – Vida comum

Este foi um dia em que nada aconteceu,as crianças foram para a escolasem esquecer de seus livros, lanches, luvas.Por toda a manhã, o bebê e eu amontoamos pilhas de blocosno chão de ladrilhos iluminados.E ao almoço seguiu-se a hora da sesta,limpei os armários da cozinha,uma dessas tarefas que nunca realizamos,e me sentei em um círculo…
Nelson Santander
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Barbara Crooker – No meio

de uma vida que é tão complicada quanto a de todo mundo,batalhando por equilíbrio, equilibrando o tempo.O relógio de lareira que foi do meu avôparou às 9:20; não tivemos tempode conserta-lo. O pêndulo de bronze está imóvel,os sinos não soam. Um dia eu olho pela janela,verde verão, no outro, as folhas já caírame um céu…