Tag: Morte
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Mikhail Svetlov – Dois

“Dois”, um poema de Mikhail Svetlov, transforma uma cena de morte na guerra em uma imagem perturbadora de união e resistência. Dois combatentes permanecem ligados mesmo depois de atingidos, enquanto a violência ao redor contrasta com a serenidade inexplicável de seus rostos, fazendo da camaradagem uma presença mais inquietante do que a própria morte.
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Georg Trakl – Ocaso

“Ocaso”, um poema de Georg Trakl, encena uma travessia crepuscular em que frio, morte e fraternidade se entrelaçam numa visão lírica e espectral. Entre túmulos, muros brancos e uma ascensão rumo à meia-noite, o poeta compõe uma paisagem interior de ruína e pressentimento, típica de sua imaginação expressionista, marcada por beleza sombria e inquietação espiritual.
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Wendell Berry – Três Poemas Elegíacos

Leia “Três poemas elegíacos”, de Wendell Berry: uma elegia sobre morte, memória, terra e a dignidade da despedida em harmonia com a natureza.
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Joan Margarit – A última tarde

“A última tarde”, um poema de Joan Margarit que captura o instante suspenso entre a presença e a perda.
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Roger McGough – Desafiando a gravidade

“Desafiando a gravidade”, um poema de Roger McGough que parte de uma metáfora científica simples para refletir sobre a doença terminal, a perda e o mistério da morte.
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Cecilia Meireles – Cântico VI

Leia “Cântico VI”, de Cecília Meireles, um poema sobre morte, renovação e eternidade, em que o fim se revela como parte do contínuo da existência.
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Vinícius de Moraes – O Verbo no Infinito

Leia “O Verbo no Infinito”, de Vinícius de Moraes, um poema que celebra o amor e a existência como um fluxo contínuo de transformação e renascimento.
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Rainer Maria Rilke – Hora Grave

Leia “Hora Grave”, de Rainer Maria Rilke: um poema sobre solidão, humanidade e a ligação invisível entre todas as vidas.
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Eavan Boland – Eurídice fala

“Eurídice fala”, um poema de Eavan Boland que revisita o mito clássico a partir de uma voz íntima e deslocada, refletindo sobre memória, linguagem e reconhecimento em um espaço onde o real e o mítico se confundem.
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Suji Kwock Kim – Ocupação

“Ocupação”, um poema de Suji Kwock Kim que constrói, por meio de imagens brutais e arquitetura simbólica, uma alegoria da violência institucionalizada e da transformação da morte em estrutura.