Tag: Carpe Diem
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Denise Levertov – Viver

Leia “Viver”, de Denise Levertov: um poema sobre a beleza efêmera da natureza e a consciência de que cada instante pode ser o último.
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Jaan Kaplinski – [A roupa nunca acaba de ser lavada]
![Jaan Kaplinski – [A roupa nunca acaba de ser lavada]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2024/03/ChatGPT-Image-30-de-mai.-de-2026-20_05_23.png)
“[A roupa nunca acaba de ser lavada]”, um poema de Jaan Kaplinski que transforma as tarefas intermináveis da vida cotidiana em reflexão filosófica sobre impermanência e continuidade.
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Stephen Dunn – Bank Street

“Bank Street”, um poema de Stephen Dunn que retrata o início de uma vida a dois marcada por precariedade material e intensidade emocional, explorando a paixão, os conflitos e o processo de descoberta que antecede a estabilidade.
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Wislawa Szymborska – A Vida na Hora

“A Vida na Hora”, um poema de Wisława Szymborska que imagina a existência humana como uma estreia teatral sem ensaio nem bastidores.
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Paulo Henriques Britto – Horácio no Baixo

“Horácio no Baixo”, um poema de Paulo Henriques Britto que reinterpreta a ode clássica de Horácio em chave contemporânea e coloquial, reafirmando a valorização do presente e a inutilidade de tentar prever o futuro diante da fugacidade do tempo.
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Denise Levertov – O Segredo

“O Segredo”, um poema de Denise Levertov que reflete sobre a natureza fugaz das revelações essenciais da vida, celebrando a capacidade de descobrir e redescobrir sentidos profundos mesmo quando eles se perdem na memória.
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Omar Khayyam – do Rubaiyat (LXI)

“Rubaiyat (LXI)”, um poema de Omar Khayyam que encara a morte com serenidade e até preferência, tratando a vida como algo imposto e transitório, a ser devolvido sem apego ou ilusão.
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Omar Khayyam – Do Rubaiyat (XVII)

“Rubaiyat (XVII)”, um poema estoico de Omar Khayyam que valoriza o presente ao comparar o fluxo dos dias ao rio e ao vento, sugerindo a indiferença em relação ao passado e ao futuro diante da fugacidade do tempo.
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Eugénio de Andrade – O Sorriso

“O Sorriso”, um poema de Eugénio de Andrade que celebra o desejo e a atração através da imagem luminosa de um sorriso, transformando-o em espaço de entrega, fascínio e dissolução do eu.
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Don Marquis – a lição da mariposa

“a lição da mariposa”, um poema de Don Marquis em que a busca pela beleza revela o preço da consciência e o fulgor trágico de existir.