Tag: Carpe Diem
-
Rui Pires Cabral – Cartas

“Cartas”, um poema de Rui Pires Cabral, transforma a correspondência entre duas pessoas numa meditação sobre a solidão, o envelhecimento e a lenta perda de nós mesmos. Entre palavras escritas e silêncios compartilhados, emerge a consciência de um desamparo que aproxima sem necessariamente unir. O poema encontra sua força na delicada incerteza de um encontro…
-
Isabel Bono – O futuro acabará por chegar

“O futuro acabará por chegar”, um poema de Isabel Bono, observa com delicadeza a maneira como acumulamos lembranças enquanto adiamos a própria vida. Fotografias, objetos e palavras tornam-se pequenos arquivos do tempo, até que a expectativa do futuro revela sua contradição: preservar a felicidade pode ser também uma forma silenciosa de não vivê-la.
-
Denise Levertov – Viver

Leia “Viver”, de Denise Levertov: um poema sobre a beleza efêmera da natureza e a consciência de que cada instante pode ser o último.
-
Jaan Kaplinski – [A roupa nunca acaba de ser lavada]
![Jaan Kaplinski – [A roupa nunca acaba de ser lavada]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2024/03/ChatGPT-Image-30-de-mai.-de-2026-20_05_23.png)
“[A roupa nunca acaba de ser lavada]”, um poema de Jaan Kaplinski que transforma as tarefas intermináveis da vida cotidiana em reflexão filosófica sobre impermanência e continuidade.
-
Stephen Dunn – Bank Street

“Bank Street”, um poema de Stephen Dunn que retrata o início de uma vida a dois marcada por precariedade material e intensidade emocional, explorando a paixão, os conflitos e o processo de descoberta que antecede a estabilidade.
-
Wislawa Szymborska – A Vida na Hora

“A Vida na Hora”, um poema de Wisława Szymborska que imagina a existência humana como uma estreia teatral sem ensaio nem bastidores.
-
Paulo Henriques Britto – Horácio no Baixo

“Horácio no Baixo”, um poema de Paulo Henriques Britto que reinterpreta a ode clássica de Horácio em chave contemporânea e coloquial, reafirmando a valorização do presente e a inutilidade de tentar prever o futuro diante da fugacidade do tempo.
-
Denise Levertov – O Segredo

“O Segredo”, um poema de Denise Levertov que reflete sobre a natureza fugaz das revelações essenciais da vida, celebrando a capacidade de descobrir e redescobrir sentidos profundos mesmo quando eles se perdem na memória.
-
Omar Khayyam – do Rubaiyat (LXI)

“Rubaiyat (LXI)”, um poema de Omar Khayyam que encara a morte com serenidade e até preferência, tratando a vida como algo imposto e transitório, a ser devolvido sem apego ou ilusão.
-
Omar Khayyam – Do Rubaiyat (XVII)

“Rubaiyat (XVII)”, um poema estoico de Omar Khayyam que valoriza o presente ao comparar o fluxo dos dias ao rio e ao vento, sugerindo a indiferença em relação ao passado e ao futuro diante da fugacidade do tempo.