Dylan Thomas – Poema de outubro

Era o meu trigésimo ano rumo ao céu Quando chegou aos meus ouvidos, vindo do porto e do bosque ao lado, E da praia empoçada de mexilhões E sacralizada pelas garças O aceno da manhã Com as preces da água e o grito das gralhas e gaivotas E o chocar-se dos barcos contra o muro … Continue lendo Dylan Thomas – Poema de outubro

Dylan Thomas – Colina de samambaias

Quando, junto à casa em festa, sob os ramos da macieira, Eu era lépido e jovem, e feliz como era verde a relva, A noite suspensa sobre as estrelas do desfiladeiro, O tempo a permitir que eu gritasse e me erguesse, Dourado, no fulgurante apogeu de seus olhos, Eu, venerado entre as carroças, era o … Continue lendo Dylan Thomas – Colina de samambaias

Dylan Thomas – E a Morte não terá nenhum Domínio

E a morte não terá nenhum domínio. Nus, os mortos irão se confundir Com o homem no vento e a lua no poente; Quando seus alvos ossos descarnados se tornarem pó, Haverão de brilhar as estrelas em seus pés e cotovelos; Ainda que enlouqueçam, permanecerão lúcidos, Ainda que submersos pelo mar, haverão de ressurgir; Ainda … Continue lendo Dylan Thomas – E a Morte não terá nenhum Domínio