Categoria: Dylan Thomas
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Dylan Thomas – Colina de samambaias

“Colina de Samambaias”, um poema de Dylan Thomas que evoca a nostalgia da juventude dourada, quando o tempo parecia uma dádiva infinita e a natureza vibrava em harmonia com a liberdade inocente.
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Dylan Thomas – E a Morte não terá nenhum Domínio

E a morte não terá nenhum domínio. Nus, os mortos irão se confundir Com o homem no vento e a lua no poente; Quando seus alvos ossos descarnados se tornarem pó, Haverão de brilhar as estrelas em seus pés e cotovelos; Ainda que enlouqueçam, permanecerão lúcidos, Ainda que submersos pelo mar, haverão de ressurgir; Ainda…
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Dylan Thomas – Não vás tão docilmente

Não vás tão docilmente nessa noite linda;Que a velhice arda e brade ao término do dia;Clama, clama contra o apagar da luz que finda. Embora o sábio entenda que a treva é bem-vindaQuando a palavra já perdeu toda a magia,Não vai tão docilmente nessa noite linda. O justo, à última onda, ao entrever, ainda,Seus débeis…
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Dylan Thomas – Poema de outubro

Era o meu trigésimo ano rumo ao céu Quando chegou aos meus ouvidos, vindo do porto e do bosque ao lado, E da praia empoçada de mexilhões E sacralizada pelas garças O aceno da manhã Com as preces da água e o grito das gralhas e gaivotas E o chocar-se dos barcos contra o muro…
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Dylan Thomas – Colina de samambaias

Quando, junto à casa em festa, sob os ramos da macieira, Eu era lépido e jovem, e feliz como era verde a relva, A noite suspensa sobre as estrelas do desfiladeiro, O tempo a permitir que eu gritasse e me erguesse, Dourado, no fulgurante apogeu de seus olhos, Eu, venerado entre as carroças, era o…
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Dylan Thomas – E a Morte não terá nenhum Domínio

E a morte não terá nenhum domínio. Nus, os mortos irão se confundir Com o homem no vento e a lua no poente; Quando seus alvos ossos descarnados se tornarem pó, Haverão de brilhar as estrelas em seus pés e cotovelos; Ainda que enlouqueçam, permanecerão lúcidos, Ainda que submersos pelo mar, haverão de ressurgir; Ainda…