Ósip Mandelstam – Pedra (excerto)

Não posso tocar, no escuro, Teu vulto vago e sombrio. “Senhor!”, por erro, murmuro, Alheio ao que balbucio. De mim, tal uma ave enorme, O nome de Deus se evola. À frente, um abismo informe, Atrás, vazia, a gaiola. Trad.: Augusto de Campos