John Keats – Ode a um rouxinol

1.Meu peito dói; um sono insano sobre mimPesa, como se eu me tivesse intoxicadoDe ópio ou veneno que eu sorvesse até o fim,Há um só minuto, e após no Letes me abismado:Não é porque eu aspire ao dom de tua sorte,É do excesso de ser que aspiro em tua paz –Quando, Dríade leve-alada em meio … Continue lendo John Keats – Ode a um rouxinol

Pós-Tudo (Augusto de Campos) e Postudo (Nelson Santander)

Pós-Tudo, poema visual de Augusto de Campos e Postudo, de Nelson Santander, sua paródia atualizada para a pós-pós-modernidade

Augusto de Campos – O Vivo

Não queiras ser mais vivo do que és morto. As sempre-vivas morrem diariamente Pisadas por teus pés enquanto nasces. Não queiras ser mais morto do que és vivo. As mortas-vivas rompem as mortalhas Miram-se umas nas outras e retornam (Seus cabelos azuis, como arrastam o vento!) Para amassar o pão da própria carne. Ó vivo-morto … Continue lendo Augusto de Campos – O Vivo