Algernon Charles Swinburne – Uma Despedida

Vamos, canções, ela não ouviria Sigamos sem temor por nossa via. Silêncio, o tempo de cantar passou, Passou já tudo o que se quis um dia. Ela não quer o amor que nos marcou. Fôssemos a voz de um anjo em melodia E ela não ouviria. Vamos partir. Ela não saberia. Vamos ao mar, como … Continue lendo Algernon Charles Swinburne – Uma Despedida

Algernon Charles Swinburne – Um Amigo Morto

I. Não mais, ó puro e meigo coração, Amigo de esperas fatais, Aqueles dias prósperos, irmão, Não mais?Dias brilhantes de cristais Viram mais, além desse desvão, O que ninguém verá jamais.   Alma’lva como a clara cerração, Por que, então, cedo demais Se foi para além de nós, para não, Não mais? II. Irmão de … Continue lendo Algernon Charles Swinburne – Um Amigo Morto

Algernon Charles Swinburne – O Jardim de Proserpina

Cá, em que a terra é calma;Cá, em que o drama é comoAr morto e exaustas almas,Dúbios sonhos assomo;Eu vejo o campo a medrarPara a ceifa e o plantar,A colheita e o roçar,Mundo fluido de sono. Farto de dor e riso,E de quem chora e ri;Do que vem sem avisoAos que colhem aqui:Dos dias e … Continue lendo Algernon Charles Swinburne – O Jardim de Proserpina