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Marina Tzvietáieva – Você me Amava

“Você me Amava”, um poema de Marina Tzvietáieva, condensa a vertigem de um amor julgado imenso e a brusca revelação de seu limite. Entre honestas mentiras, ardor e despedida, o poema transforma a desilusão amorosa em lampejo de verdade, expondo com intensidade a distância entre o que se crê eterno e o que subitamente termina.
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Andrea Gibson – Em vez de depressão

Leia “Em vez de depressão”, de Andrea Gibson: um poema que transforma o sofrimento em hibernação, propondo uma visão poética da cura e do recomeço.
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Amalia Bautista – Al Cabo (em duas traduções)

“Al Cabo”, em duas traduções, um poema de Amalia Bautista, reduz a existência ao que permanece quando o supérfluo desaparece: poucas palavras, poucos afetos e raríssimas coisas verdadeiramente essenciais. Com clareza desarmante, o poema aproxima amor, tempo e mortalidade, revelando a delicada medida pela qual uma vida pode ser julgada.
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Jack Gilbert – Para além dos começos

O poema procura o que permanece depois do impulso inicial, quando amor, perda e renovação deixam de ser promessas e se tornam experiência. Jack Gilbert acompanha esse movimento para além dos começos, atento à continuidade.
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Jack Gilbert – Momentos marcantes e interstícios

A memória não se organiza apenas por acontecimentos decisivos, mas também pelos intervalos cotidianos entre eles. Jack Gilbert observa como ausência e convivência permanecem nos interstícios, formando uma vida por detalhes e pausas.
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Georg Trakl – Ocaso

“Ocaso”, um poema de Georg Trakl, encena uma travessia crepuscular em que frio, morte e fraternidade se entrelaçam numa visão lírica e espectral. Entre túmulos, muros brancos e uma ascensão rumo à meia-noite, o poeta compõe uma paisagem interior de ruína e pressentimento, típica de sua imaginação expressionista, marcada por beleza sombria e inquietação espiritual.
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Wendell Berry – Três Poemas Elegíacos

Leia “Três poemas elegíacos”, de Wendell Berry: uma elegia sobre morte, memória, terra e a dignidade da despedida em harmonia com a natureza.
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Federico García Lorca – E Depois…

“E Depois…”, um poema de Federico García Lorca, reduz a experiência humana a um processo de desaparecimento: tempo, desejo, aurora e amor se dissolvem até restar apenas o deserto. Com extrema concisão e força simbólica, Lorca constrói uma meditação sombria sobre a transitoriedade, o esvaziamento das ilusões e aquilo que permanece quando todas as promessas…
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Bianca Stone – Marco Aurélio

Leia “Marco Aurélio”, de Bianca Stone, um poema contemporâneo sobre estoicismo, autoconhecimento, impermanência e o desejo de recomeçar a vida.
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Emmanuel Santiago – Lembro-me das Madrugadas

“Lembro-me das Madrugadas”, um poema de Emmanuel Santiago, transforma as noites frias de Minas em paisagem interior, onde montanhas, neblina e estrelas se confundem com infância e memória. Entre a melancolia do passado e a consciência futura da morte, o poema recupera um tempo em que o horizonte ainda guardava promessas e o mundo parecia…