Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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James A. Pearson – Enquanto isso

Leia “Enquanto isso”, de James A. Pearson: um poema sobre ansiedade, natureza e a inesperada esperança encontrada na continuidade da primavera.
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Muriel Rukeyser – À espera de Ícaro

Leia “À espera de Ícaro”, de Muriel Rukeyser: um poema que reinventa o mito de Ícaro para refletir sobre amor, espera, memória e liberdade.
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Jacqueline Woodson – Posto de controle na Cisjordânia, 2016

Leia “Posto de controle na Cisjordânia, 2016”, de Jacqueline Woodson: um poema sobre maternidade, empatia e humanidade em meio ao conflito.
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Sylvia Plath – Achava que não Podia ser Magoada

“Achava que não Podia ser Magoada”, um poema de Sylvia Plath, percorre a passagem abrupta da euforia para a devastação íntima. A partir da imagem de um coração delicado como cristal, o poema encena a descoberta da vulnerabilidade humana, mostrando como prazer, amor e alegria podem conter, em seu próprio brilho, a semente da perda.
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Robert Bly – Retorno à Solitude

Leia “Retorno à Solitude”, de Robert Bly: um poema sobre memória, morte, transformação e o enigma de regressar ao que o tempo modificou.
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Denise Levertov – Viver

Leia “Viver”, de Denise Levertov: um poema sobre a beleza efêmera da natureza e a consciência de que cada instante pode ser o último.
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Adam Zagajewski – Jardim de Luxemburgo

Leia “Jardim de Luxemburgo”, de Adam Zagajewski: um poema sobre Paris, memória, exílio e a silenciosa beleza da condição de estrangeiro.
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Andrea Gibson – Em vez de depressão

Leia “Em vez de depressão”, de Andrea Gibson: um poema que transforma o sofrimento em hibernação, propondo uma visão poética da cura e do recomeço.
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Jack Gilbert – Para além dos começos

O poema procura o que permanece depois do impulso inicial, quando amor, perda e renovação deixam de ser promessas e se tornam experiência. Jack Gilbert acompanha esse movimento para além dos começos, atento à continuidade.
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Jack Gilbert – Momentos marcantes e interstícios

A memória não se organiza apenas por acontecimentos decisivos, mas também pelos intervalos cotidianos entre eles. Jack Gilbert observa como ausência e convivência permanecem nos interstícios, formando uma vida por detalhes e pausas.