Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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Mary Oliver – Do Império

“Do Império”, um poema de Mary Oliver, projeta sobre o presente o olhar de um futuro que julgará nossa civilização. Poder, acumulação e desigualdade compõem o retrato de uma sociedade que transformou o mundo em mercadoria e empobreceu a própria capacidade de compaixão, numa crítica incisiva aos valores que escolhemos preservar.
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Adam Zagajewski – Transformação

“Transformação”, um poema de Adam Zagajewski, nasce de um período de silêncio criativo em que a atenção do poeta se desloca para o mundo, a política e os pequenos sinais da natureza. Entre crepúsculos, poeira e caminhadas, uma espera indefinida concentra-se pouco a pouco numa necessidade absoluta de ruptura, revelação e desejo.
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Clare Harner – Imortalidade

“Imortalidade”, um poema de Clare Harner, transforma a morte em uma experiência de continuidade e presença. Dissolvida no vento, na neve, na chuva, na luz e no voo das aves, a voz poética oferece aos que permanecem uma consolação serena: aquilo que amamos pode sobreviver para além dos limites do corpo.
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Wendell Berry – Amadurecer

“Amadurecer”, um poema de Wendell Berry, reflete sobre o envelhecimento amoroso à luz da morte e da memória dos que se foram. Ao reconhecer a finitude, o poema descobre uma intimidade mais funda com o mundo e com o ser amado, transformando a amargura do tempo na doçura serena do amadurecer compartilhado.
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Mark Strand – Mar negro

“Mar Negro”, um poema de Mark Strand, transforma a contemplação do mar noturno numa meditação sobre desejo, ausência e expectativa. Entre estrelas, ondas e silêncio, o eu lírico projeta a chegada de alguém amado e confronta, ao fim, a fragilidade dessa esperança diante da vastidão indiferente do mundo.
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Charles Bukowski – Foda

“Foda”, um poema de Charles Bukowski, desmonta qualquer idealização do encontro sexual ao revelar o constrangimento, a indiferença e a solidão que podem habitar a intimidade. Com humor cruel e uma franqueza desconcertante, o poeta transforma o desejo numa experiência de inadequação, em que dois corpos se aproximam sem conseguir vencer a distância emocional que…
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Dorianne Laux – Encantos sombrios

“Encantos Sombrios”, um poema de Dorianne Laux, acompanha as marcas do tempo sobre o corpo, a cidade e a lembrança. Entre perdas discretas e permanências inesperadas, a poeta transforma o passado em uma presença viva que continua respirando dentro de nós, feito sombra, música e linguagem ainda à procura de um nome.
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Adam Zagajewski – Em maio

“Em Maio”, um poema de Adam Zagajewski, transforma uma caminhada matinal pela floresta em uma delicada meditação sobre os mortos e a permanência da vida. Ao ouvir o despertar das aves e das árvores, o poeta encontra uma resposta inesperada: aquilo que desapareceu talvez sobreviva na própria música do mundo.
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Edward Thomas – Degelo

“Degelo”, um poema de Edward Thomas, contempla a transição silenciosa entre o inverno e a primavera por meio de um instante quase imperceptível da natureza. O olhar atento das gralhas revela aquilo que escapa aos homens: o tempo mudando de estação e a renovação do mundo acontecendo discretamente diante de todos.
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Howard Nelson – Meu pai ia a funerais

“Meu pai ia a funerais”, um poema de Howard Nelson que parte da memória filial para investigar o significado oculto dos gestos comuns.