Tag: Wislawa Szymborska
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Wislawa Szymborska – Adolescente

“Adolescente”, um poema de Wislawa Szymborska que reflete sobre o encontro com o próprio eu jovem, revelando as discrepâncias e conexões entre passado e presente, e explorando a estranheza e a saudade que surgem ao confrontar quem fomos com quem somos.
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Wislawa Szymborska – Vida difícil com a memória

“Vida Difícil com a Memória”, um poema de Wislawa Szymborska sobre o peso constante das lembranças e a luta para equilibrá-las com a vida presente, revelando a tensão entre o passado e o desejo de viver o agora.
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Wislawa Szymborska – Bagagem de volta

“Bagagem de Volta”, um poema de Wislawa Szymborska que reflete sobre vidas breves e incompletas, evocando a delicada transitoriedade da existência e o mistério do tempo que as envolve.
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Wislawa Szymborska – Sobre a morte sem exagero

“Sobre a morte sem exagero”, um poema de Wisława Szymborska que apresenta uma reflexão crítica e irônica sobre a morte e sua natureza.
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Wislawa Szymborska – Visto do alto

“Visto do alto”, um poema de Wislawa Szymborska que examina a morte sob uma perspectiva inesperada, revelando como o significado e a importância da vida e da morte podem ser diferentes.
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Wislawa Szymborska – Fotografia de 11 de setembro

“Fotografia de 11 de setembro”, um poema de Wislawa Szymborska sobre o impacto visual e emocional de um momento trágico, capturado em uma única imagem.
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Wislawa Szymborska – Autotomia

“Autotomia”, um poema de Wislawa Szymborska sobre a divisão interna e o equilíbrio entre a sobrevivência e a transformação, refletindo a luta entre o ser e o tornar-se.
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Wislawa Szymborska – Mapa

Plano como a mesana qual está colocado.Debaixo dele nada se movenem busca vazão.Sobre ele – meu hálito humanonão cria vórtices de are deixa toda a sua superfícieem silêncio. Suas planícies, vales, são sempre verdes,os planaltos, montanhas, amarelos e marronse os mares, oceanos, de um azul delicadonas margens fendidas. Tudo aqui é pequeno, próximo, acessível.Posso tocar…
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Wislawa Szymborska – A Mulher de Lot

Dizem que olhei para trás curiosa.Mas quem sabe eu também tinha outras razões.Olhei para trás de pena pela tigela de prata.Por distração – amarrando a tira da sandália.Para não olhar mais para a nuca virtuosado meu marido Lot.Pela súbita certeza de que se eu morresseele nem diminuiria o passo.Pela desobediência dos mansos.Alerta à perseguição.Afetada pelo…
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Wislawa Szymborska – Gato num apartamento vazio

Morrer — isso não se faz a um gato.Pois o que há de fazer um gatonum apartamento vazio.Trepar pelas paredes.Esfregar-se nos móveis.Nada aqui parece mudadoe no entanto algo mudou.Nada parece mexidoe no entanto está diferente.E à noite a lâmpada já não se acende. Ouvem-se passos na escadamas não são aqueles.A mão que põe o peixe…