Tag: Augusto de Campos
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William Butler Yeats – “No Second Troy” em duas traduções (+ revisão do poema)

“No Second Troy”, um poema de William Butler Yeats que reflete sobre uma figura feminina de beleza intensa e perturbadora, associando-a a forças de destruição e paixão, e sugerindo que sua natureza extraordinária não poderia senão gerar conflito em um mundo incapaz de contê-la.
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Jules Laforgue – Spleen

“Spleen”, um poema de Jules Laforgue que retrata o tédio existencial e a monotonia urbana por meio de um dia cinzento e repetitivo, transformando a rotina banal em expressão de melancolia moderna e desencanto com a vida.
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Jorge Luis Borges – Poema dos Dons

“Poema dos Dons”, um poema de Jorge Luis Borges que converte a cegueira em paradoxo luminoso e faz da biblioteca infinita um labirinto onde destino e identidade se confundem.
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William Butler Yeats – Bizâncio

“Bizâncio”, um poema de William Butler Yeats que transfigura a matéria em ouro simbólico e faz da arte um limiar onde vida e morte se fundem numa eternidade ardente.
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Rainer Maria Rilke – A Pantera (em 3 traduções)

A PANTERA – trad. Augusto de Campos (No Jardim des Plantes, Paris) De tanto olhar as grades seu olharesmoreceu e nada mais aferra.Como se houvesse só grades na terra:grades, apenas grades para olhar. A onda andante e flexível do seu vultoem círculos concêntricos decresce,dança de força em torno a um ponto ocultono qual um grande…
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William Shakespeare – do Macbeth (excerto)

Amanhãamanhã amanhã amanhãRasteja em passo parco dia a diaAté a última sílaba do Tempo.E os ontens, todos, só nos alumiamO fim no pó. Apaga, apaga, velaBreve!A vida é só uma sombra movel. Pobre atorQue freme e treme o seu papel no palcoE logo sai de cena. Um conto tontoDito por um idiota – som e fúria,…
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Marina Tzvietáieva – Abro as veias

“Abro as Veias”, um poema de Marina Tzvietáieva sobre o fluxo incessante e inexorável da própria essência, que, ao se esvair, encontra sua força mais profunda e seu destino inevitável na poesia.
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John Donne – Elegia: indo para o leito

Vem, Dama, vem, que eu desafio a paz;Até que eu lute, em luta o corpo jaz.Como o inimigo diante do inimigo,Canso-me de esperar se nunca brigo.Solta esse cinto sideral que vela,Céu cintilante, uma área ainda mais bela.Desata esse corpete constelado,Feito para deter o olhar ousado.Entrega-te ao torpor que se derramaDe ti a mim, dizendo: hora…
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Ezra Pound – Canto LXXXI (fragmentos)

O que amas de verdade permanece,o resto é escória.O que amas de verdade não te será arrancadoO que amas de verdade é tua herança verdadeiraMundo de quem, meu ou delesOu não é de ninguém?Veio o visível primeiro, depois o palpávelElísio, ainda que fosse nas câmaras do inferno,O que amas de verdade é tua herança verdadeiraO…
