Tag: Memento Mori
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Laura Liuzzi – [toda saudade é particular]
![Laura Liuzzi – [toda saudade é particular]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2026/07/ChatGPT-Image-22-de-mai.-de-2026-22_18_55.png)
“[toda saudade é particular]”, um poema de Laura Liuzzi que parte da experiência íntima da saudade para investigar o destino de tudo aquilo que desaparece.
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Rainer Maria Rilke – Hora Grave

Leia “Hora Grave”, de Rainer Maria Rilke: um poema sobre solidão, humanidade e a ligação invisível entre todas as vidas.
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Rolf Jacobsen – A Velhice

“A Velhice”, um poema de Rolf Jacobsen que contempla, com delicadeza e estranhamento, a condição dos idosos como figuras em trânsito entre presença e apagamento. Por meio de imagens silenciosas e comparações inesperadas, o poema sugere um lento afastamento do mundo visível, no qual a identidade se rarefaz e se transforma, insinuando uma passagem quase…
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Franz Wright – O desaparecimento

“O desaparecimento”, um poema de Franz Wright que contempla a beleza efêmera do mundo sob o signo da perda, sugerindo que tudo é visto pela última vez e culminando em uma atitude de exaustão e resignação diante daquilo que nunca foi plenamente compreendido.
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Mary Oliver – Encontro

“Encontro”, um poema de Mary Oliver que aborda a morte de um pequeno animal com simplicidade e profundidade, refletindo sobre a efemeridade da vida, a indiferença da natureza e a inutilidade dos rituais diante do fim.
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Adam Zagajewski – Tadeusz Kantor

“Tadeusz Kantor”, um poema de Adam Zagajewski que revisita a figura do encenador polonês Tadeusz Kantor para refletir sobre o tempo, a morte e a memória, mostrando como a arte revela a degradação inevitável da vida e transforma a existência em uma sucessão de despedidas.
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Omar Khayyam – Do Rubaiyat (XXIII)

“Rubaiyat (XXIII)”, um poema de Omar Khayyam que reduz a grandeza do mundo, da ciência e da existência humana à insignificância, culminando numa visão radical de vazio e inutilidade do conhecimento diante do infinito.
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Jorge Luis Borges – Ewigkeit

“Ewigkeit”, um poema de Jorge Luis Borges que dialoga com a tradição do memento mori para, em contraste, negar o esquecimento absoluto e afirmar que a experiência vivida — a memória do mundo — persiste na eternidade.
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Walter de la Mare – Os que Ouviam

‘Tem alguém em casa?’ indagou o Viajante Defronte à porta enluarada; Seu cavalo no silêncio ruminava o capim Da forragem fértil e enfolhada: E uma ave voou para muito além da torre, Acima de sua cabeça: E de novo a porta ele outra vez castigou; ‘Tem alguém em casa?’ ele disse. Mas ninguém desceu para…
