Categoria: Poesia em Língua Espanhola
-
Joan Margarit – Tua Rua

Chegas a uma manhã luminosa.Aos quarenta e dois. Andorinhasvoam de uma ponta a outra da rua.Cálculo de estruturas: diante de tiergue-se o frio terminal de um limite.De repente, encontras-te só em casa.E o inverno já chegou até a rua.E teus setenta anos sorriem para ti.Percebes então o quanto tudo está perto.Um ônibus, um metrô. Chegas…
-
Joan Margarit – Cena

“Cena”, um poema de Joan Margarit que contrapõe dois casais em momentos opostos da existência para refletir sobre erosão do amor, envelhecimento e finitude.
-
Joan Margarit – Passando em frente ao Terramar

“Passando em frente ao Terramar”, um poema de Joan Margarit que revisita um antigo hotel ligado à memória amorosa e à juventude do narrador.
-
José Emilio Pacheco – 4 poemas: a fotografia como ausência

“4 poemas: a fotografia como ausência”, de José Emilio Pacheco, reúne meditações breves e contundentes sobre fotografia, tempo e desaparecimento.
-
Federico García Lorca – 1910 (Intermezzo)

“1910 (Intermezzo)”, um poema de Federico García Lorca que revisita o olhar inaugural da infância para revelar, entre imagens oníricas e presságios, o vazio oculto no curso inevitável das coisas.
-
Pedro Salinas – Não quero que te vás

Leia “Não quero que te vás”, de Pedro Salinas, um poema em que a dor se torna a prova permanente da memória, do amor e da verdade da experiência vivida.
-
Octavio Paz – Irmandade

Leia “Irmandade”, de Octavio Paz, um poema breve e filosófico que aproxima o ser humano do universo por meio da linguagem e do mistério da existência.
-
Nicanor Parra – Cartas a uma Desconhecida

Leia “Cartas a uma Desconhecida”, de Nicanor Parra, um poema sobre o amor, a memória e a passagem do tempo, marcado por delicada melancolia.
-
Jorge Luis Borges – A um Poeta Menor da Antologia

“A um poeta menor da antologia”, um poema de Jorge Luis Borges que contrapõe anonimato e glória, sugerindo que o esquecimento pode ser uma forma de misericórdia, ao preservar o indivíduo da exposição implacável da fama e valorizando a experiência íntima acima da imortalidade pública.
-
Jorge Luis Borges – Ewigkeit

“Ewigkeit”, um poema de Jorge Luis Borges que dialoga com a tradição do memento mori para, em contraste, negar o esquecimento absoluto e afirmar que a experiência vivida — a memória do mundo — persiste na eternidade.