Tag: Vida
-
Vinícius de Moraes – O Verbo no Infinito

Leia “O Verbo no Infinito”, de Vinícius de Moraes, um poema que celebra o amor e a existência como um fluxo contínuo de transformação e renascimento.
-
Alberto Ríos – Contos

“Contos”, um poema de Alberto Ríos sobre a brevidade luminosa de existir, esse esboço de romance que escrevemos sem tempo de chegar ao fim, enquanto tentamos decifrar o enredo antes que a última página nos vire sozinha.
-
Jim Harrison – Vassoura

“Vassoura”, um poema de Jim Harrison em que o corpo e a morte se reconhecem no mesmo gesto, e varrer torna-se um rito de esvaziamento — um lento desnudamento do mundo até restar apenas o ar onde o nome dança invisível.
-
Jack Gilbert – Ilhas e figos

Entre ilhas, figos e imagens concretas do mundo, o poema procura uma forma de alegria que não ignore dificuldade e perda. Jack Gilbert aproxima paisagem e experiência para mostrar como a vida insiste em oferecer intensidade.
-
Anna Kamieńska – Não te preocupes

“Não te Preocupes”, um poema de Anna Kamieńska sobre o tempo que nos dispersa, as mortes que nos moldam e o enigma de uma alegria que só se revela quando já não é mais adiada.
-
Tom Hirons – Enquanto isso

“Enquanto isso”, um poema de Tom Hirons sobre a beleza efêmera da vida, os pequenos milagres do cotidiano e a resistência do amor contra a inevitabilidade do tempo.
-
Arthur Schopenhauer – Bolhas de Sabão (excerto)

O homem só vive no presente, que se converte no passado, e afunda-se na morte. Exceto as consequências que podem influir no presente, e que são filhas de sua vontade, ou de seus atos, a sua vida passada já não existe. Devia portanto ser-lhe indiferente que esse passado fosse de prazeres ou tristezas. O presente…
-
William Shakespeare – do Macbeth (excerto)

Amanhãamanhã amanhã amanhãRasteja em passo parco dia a diaAté a última sílaba do Tempo.E os ontens, todos, só nos alumiamO fim no pó. Apaga, apaga, velaBreve!A vida é só uma sombra movel. Pobre atorQue freme e treme o seu papel no palcoE logo sai de cena. Um conto tontoDito por um idiota – som e fúria,…
-
Edward Thomas – Foi-se embora, uma vez mais

“Foi-se embora, uma vez mais”, um poema de Edward Thomas que reflete sobre a inexorável passagem do tempo e memórias de juventude, tendo como pano de fundo uma antiga casa abandonada que, como o próprio narrador, carrega as marcas silenciosas de dias que não voltam mais.
-
William Stafford – Sim

“Sim”, um poema de William Stafford sobre a imprevisibilidade da vida e os pequenos presentes que ela oferece, mesmo sem garantias.