Tag: Epitáfio
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Franz Wright – Sobre a morte de um gato

“Sobre a morte de um gato”, um poema de Franz Wright que escuta o silêncio onde antes havia um corpo, e descobre a forma mais serena da eternidade.”
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Merrit Malloy – Epitáfio

“Epitáfio”, um poema de Merrit Malloy que explora com delicadeza a continuidade do amor após a morte, oferecendo uma visão tocante sobre a doação de si mesmo e o legado que vai além das palavras.
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Walter Savage Landor – Epitáfio

Não lutei com ninguém; nada valia a lida.Amei a natureza, e, tanto quanto, a arte;As mãos, estas aqueci no fogo da vidaQue naufraga; estou pronto para o desate. Trad.: Nelson Santander REPUBLICAÇÃO: poema publicado na página originalmente em 09/02/2019 Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e contribua para manter a poesia viva…
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José Paulo Paes – Epitáfio para um banqueiro

REPUBLICAÇÃO: poema publicado no blog originalmente em 01/12/2017
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Merrit Malloy – Epitáfio

Quando eu morrerDoa o que restar de mimÀs criançasE aos idosos que esperam para morrer. E se precisares chorar,Chora por teu irmãoQue caminha pela rua ao teu lado.E quando precisares de mim,Põe teus braçosEm volta de alguémE dá-lhe o que tens a me oferecer. Quero deixar-te algo,Algo melhorQue palavrasOu sons. Busca por mimNas pessoas que…
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Tristan Corbière – Epitáfio

Epitáfio Salvo os amorosos principiantes ou findos que querem principiar pelo fim há tantas coisas que findam pelo princípio que o princípio principia a findar por estar no fim o fim disso é que os amorosos e outros findarão por principiar a reprincipiar por esse princípio que terá findo por não ser mais que o…
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Walter Savage Landor – Epitáfio

Não lutei com ninguém; nada valia a lida.Amei a natureza, e, tanto quanto, a arte;As mãos, estas aqueci no fogo da vidaQue naufraga; estou pronto para o desate. Trad.: Nelson Santander Walter Savage Landor – Dying Speech of an Old Philosopher I strove with none, for none was worth my strife:Nature I loved, and, next…
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Juan Luis Panero – Epitáfio diante de um Espelho

Dura há de ser a vida para ti, que tuas crenças sacrificastes a uma estranha honradez, para ti, cuja única certeza é tua memória e, por isso, teu sepulcro mais infausto. Dura há de ser a vida, quando os anos passarem e destruírem por fim a ilusória pátria da tua adolescência, quando vires, como hoje,…
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José Paulo Paes – Epitáfio para um banqueiro

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