Tag: Cecília Meireles
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Israel Zangwill – [Um dia, estando entre nós dois o Atlântico]
![Israel Zangwill – [Um dia, estando entre nós dois o Atlântico]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2019/01/cinemagraph-silhouette-of-a-young-man-standing-on-ocean-beach-looking-on-waves-at-sunset-4k-uhd-motion-photo_eje1ufcgx__f0000-scaled.png)
Um dia, estando entre nós dois o Atlântico,senti a tua mão na minha;Agora, tendo a tua mão na minha,sinto entre nós dois o Atlântico. Trad.: Cecília Meireles REPUBLICAÇÃO: poema publicado na página originalmente em 27/02/2019 Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e contribua para manter a poesia viva em nosso blog
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Cecília Meireles – Epigrama nº 7

A tua raça de aventuraquis ter a terra, o céu, o mar. Na minha, há uma delícia obscuraem não querer, em não ganhar… A tua raça quer partir,guerrear, sofrer, vencer, voltar. A minha, não quer ir nem vir.A minha raça quer passar. REPUBLICAÇÃO: poema publicado originalmente no blog em 18/10/2016 Conheça outros livros de Cecília…
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Israel Zangwill – Um dia, estando entre nós dois o Atlântico…

Um dia, estando entre nós dois o Atlântico, senti a tua mão na minha; Agora, tendo a tua mão na minha, sinto entre nós dois o Atlântico. Trad.: Cecília Meireles
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Cecilia Meireles – Cântico VI

Tu tens um medo: Acabar. Não vês que acabas todo o dia. Que morres no amor. Na tristeza. Na dúvida. No desejo. Que te renovas todo o dia. No amor. Na tristeza. Na dúvida. No desejo. Que és sempre outro. Que és sempre o mesmo. Que morrerás por idades imensas. Até não teres medo de…
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Cecília Meireles – De que são feitos os dias?

De que são feitos os dias? – De pequenos desejos, vagarosas saudades, silenciosas lembranças. Entre mágoas sombrias, momentâneos lampejos: vagas felicidades, inactuais esperanças. De loucuras, de crimes, de pecados, de glórias – do medo que encadeia todas essas mudanças. Dentro deles vivemos, dentro deles choramos, em duros desenlaces e em sinistras alianças…
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Cecilia Meireles – Cantarão os Galos

Cantarão os galos, quando morrermos, e uma brisa leve, de mãos delicadas, tocará nas franjas, nas sedas mortuárias. E o sono da noite irá transpirando sobre as claras vidraças. E os grilos, ao longe, serrarão silêncios, talos de cristal, frios, longos ermos, e o enorme aroma das árvores. Ah, que doce lua verá nossa calma…
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Cecília Meireles – Epigrama nº 7

A tua raça de aventuraquis ter a terra, o céu, o mar. Na minha, há uma delícia obscuraem não querer, em não ganhar… A tua raça quer partir,guerrear, sofrer, vencer, voltar. A minha, não quer ir nem vir.A minha raça quer passar. Conheça outros livros de Cecília Meireles clicando aqui
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Cecília Meireles – O Jardim

O jardim é verde, encarnado e amarelo.Nas alamedas de cimento,movem-se os arabescos do solque a folhagem recortae o vento abana. A luz revela orvalhos no fundo das flores,nas asas tênues das borboletas,-e ensina a cintilar a mais ignorada areia,perdida nas sombras,submersas nos limos. Ensina a cintilar tambémos insetos mínimos,-alada areia dos ares, que se elevaaté…