Tag: Memória
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Albano Martins – Lembra-te

“Lembra-te”, um poema de Albano Martins, condensa em poucos versos a passagem irreversível da beleza à deterioração. Entre a lembrança do que havia e a aspereza do que resta, o caminho transforma-se em imagem da própria existência: uma experiência de perda, consciência e inevitabilidade da qual já não parece possível desviar-se.
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Indrė Valantinaitė – Boulevard da Liberdade

Leia “Boulevard da Liberdade, de Indrė Valantinaitė”: um poema sobre memória familiar, guerra, sobrevivência e a delicada convivência entre passado e presente.
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Adam Zagajewski – Jardim de Luxemburgo

Leia “Jardim de Luxemburgo”, de Adam Zagajewski: um poema sobre Paris, memória, exílio e a silenciosa beleza da condição de estrangeiro.
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Jack Gilbert – Momentos marcantes e interstícios

A memória não se organiza apenas por acontecimentos decisivos, mas também pelos intervalos cotidianos entre eles. Jack Gilbert observa como ausência e convivência permanecem nos interstícios, formando uma vida por detalhes e pausas.
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Wendell Berry – Três Poemas Elegíacos

Leia “Três poemas elegíacos”, de Wendell Berry: uma elegia sobre morte, memória, terra e a dignidade da despedida em harmonia com a natureza.
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Emmanuel Santiago – Lembro-me das Madrugadas

“Lembro-me das Madrugadas”, um poema de Emmanuel Santiago, transforma as noites frias de Minas em paisagem interior, onde montanhas, neblina e estrelas se confundem com infância e memória. Entre a melancolia do passado e a consciência futura da morte, o poema recupera um tempo em que o horizonte ainda guardava promessas e o mundo parecia…
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Petrarca – Soneto CCLXXII

Leia o “Soneto CCLXXII”, de Petrarca, um poema sobre o tempo, a memória e a perda, em que o amor resiste apenas como lembrança.
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Joan Margarit – Rumo ao crepúsculo

“Rumo ao Crepúsculo”, um poema de Joan Margarit que imagina a família como uma procissão através do tempo, unindo vivos e mortos em uma mesma paisagem de memória.
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Joan Margarit – Inverno

“Inverno”, um poema de Joan Margarit que utiliza a presença silenciosa de uma coleção de livros nunca lida para refletir sobre envelhecimento, expectativa e finitude.
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Joan Margarit – Casal

“Casal”, um poema de Joan Margarit que retrata a intimidade de dois amantes na velhice, quando o mundo exterior parece se afastar lentamente e a memória passa a ocupar o centro da existência.