Tag: Memória
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Simon Armitage – Treze poemas de “New Cemetery”

Em “New Cemetery”, Simon Armitage observa a construção de um cemitério, a pandemia, a morte do pai e o desaparecimento das mariposas.
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Laura Gilpin – Vilanela: elegia para meu pai

“Vilanela: elegia para meu pai”, um poema de Laura Gilpin, transforma a passagem inexorável do tempo numa delicada celebração da memória paterna. Entre estações, luz e sombra, a repetição própria da vilanela preserva os instantes felizes contra o desgaste dos anos, fazendo da lembrança uma forma íntima de permanência.
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David Yezzi – Esta é a minha prova

“Esta é a minha prova”, um poema de David Yezzi, encontra nos vestígios de um antigo amor a força inesperada da memória. Uma fotografia esquecida e algumas palavras preservadas pelo acaso fazem o passado reaparecer por um instante, antes que o tempo volte a dispersá-lo com a leveza inevitável da poeira.
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Dorianne Laux – Encantos sombrios

“Encantos Sombrios”, um poema de Dorianne Laux, acompanha as marcas do tempo sobre o corpo, a cidade e a lembrança. Entre perdas discretas e permanências inesperadas, a poeta transforma o passado em uma presença viva que continua respirando dentro de nós, feito sombra, música e linguagem ainda à procura de um nome.
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Adam Zagajewski – Em maio

“Em Maio”, um poema de Adam Zagajewski, transforma uma caminhada matinal pela floresta em uma delicada meditação sobre os mortos e a permanência da vida. Ao ouvir o despertar das aves e das árvores, o poeta encontra uma resposta inesperada: aquilo que desapareceu talvez sobreviva na própria música do mundo.
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Hagar Peeters – Esta Noite Cruzei-me com meus Pais

“Esta noite cruzei-me com meus pais”, um poema de Hagar Peeters, imagina um encontro impossível entre uma filha e seus pais ainda jovens, apaixonados e alheios ao futuro que os aguarda. Entre a ternura e a melancolia, o poema transforma uma cena cotidiana numa delicada meditação sobre o tempo, a memória familiar e a dolorosa…
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Sebastian Lopez-Bermejo – Partisanos de Pripyat (МАСКИРОВКА)

Leia “Partisanos de Pripyat”, de Sebastian Lopez-Bermejo: um poema que transforma a resistência da guerra em metáfora da memória e da persistência afetiva.
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Isabel Bono – O futuro acabará por chegar

“O futuro acabará por chegar”, um poema de Isabel Bono, observa com delicadeza a maneira como acumulamos lembranças enquanto adiamos a própria vida. Fotografias, objetos e palavras tornam-se pequenos arquivos do tempo, até que a expectativa do futuro revela sua contradição: preservar a felicidade pode ser também uma forma silenciosa de não vivê-la.
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Albano Martins – Lembra-te

“Lembra-te”, um poema de Albano Martins, condensa em poucos versos a passagem irreversível da beleza à deterioração. Entre a lembrança do que havia e a aspereza do que resta, o caminho transforma-se em imagem da própria existência: uma experiência de perda, consciência e inevitabilidade da qual já não parece possível desviar-se.
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Indrė Valantinaitė – Boulevard da Liberdade

Leia “Boulevard da Liberdade, de Indrė Valantinaitė”: um poema sobre memória familiar, guerra, sobrevivência e a delicada convivência entre passado e presente.