Mês: abril 2025
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David Ignatow – Para a minha filha

Quando eu morrer, escolhe uma estrelae dá-lhe o meu nomepara que saibas quenão te abandoneinem te esqueci.Foste para mim uma estrela,guiando-me pelo teu nascimentoe infância, minha mãona tua mão. Quando eu morrer,escolhe uma estrela e dá-lheo meu nome para que eu possa brilharsobre ti, até que te juntes a mimna escuridão e no silênciojuntos. Trad.:…
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Jack Gilbert – Dali até aqui

“Dali até aqui,” um poema de Jack Gilbert sobre a travessia silenciosa da vida, entre os esplendores do mundo e os mistérios do coração.
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Robinson Jeffers – Falcões feridos

Falcões Feridos I A coluna partida da asa se projeta da espádua coagulada,A asa arrasta-se como um estandarte na derrota,Não mais para usar o céu, apenas para viver com fomeE dor por uns poucos dias: nem gato nem coioteAbreviarão a semana de espera pela morte: há caça sem garras.Ele posta-se sob o carvalho e esperaOs…
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Eliza Griswold – Tigres

“Tigres”, um poema de Eliza Griswold sobre o delicado equilíbrio entre o amor e o desapego, enquanto nos agarramos à vida, rodeados pela ameaça e pela beleza efêmera.
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Jacques Prévert – Bárbara

Lembra-te BárbaraChovia em Brestsem cessar naquele diaCaminhavas à chuvasorridenteradiosa encantadora deslumbranteLembra-te Bárbarachovia em Brestsem cessare eu passei por tina Rua do Sião.Sorriase eu sorriaLembra-te Bárbaratu a quem não conheciatu que não me conheciasLembra-teLembra-te mesmo assimdaquele diaNão te esqueçasSob um pórticoabrigava-se um homemque gritou o teu nomeBárbaraCorreste para eleà chuvadeslumbrante encantadoraradiosalançaste-te nos seus braçosLembra-te BárbaraE não…
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Kim Addonizio – O momento

“O momento”, um poema em que Kim Addonizio captura um instante revelador e profundamente pessoal que ressoa com temas universais de envelhecimento, perda e a inevitabilidade da morte.
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Horácio – Ode 1/11

Não busques (é tabu!) saber que fim, Leucónoe,os deuses nos reservam. Põe de lado o horoscopoda babilônia e aceita: o que há de ser, será,quer nos dê Jove mais invernos, quer só esteque em rochas quebra o mar Tirreno. Vive, bebeteu vinho e talha, ao curto prazo, anseios longos.Enquanto eu falo, o tempo evade-se invejoso.Apanha…
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Kay Ryan – As coisas não deveriam ser tão difíceis

“As coisas não deveriam ser tão difíceis”, um poema de Kay Ryan sobre as marcas invisíveis que uma vida deixa e o desejo de que nossa passagem pelo mundo seja mais tangível.
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Anne Alexander Bingham – É suficiente

“É suficiente”, um poema de Anne Alexandre Bingham sobre uma espécie de eternidade e a conexão profunda entre o eu e o universo.
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José Infante – Não sei se é um sonho

“Não sei se é um sonho”, um poema de José Infante sobre a sensação de estar dividido entre uma existência física e uma morte interior, explorando a complexidade da identidade e a luta com a realidade aparente.