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Hart Crane – Louvor a uma urna

Louvor a uma urna In Memoriam: Ernest Nelson Era do norte o rosto ternoDe falso exilado, juntandoDe Pierrô o olhar eternoE a gargalhada de Gargantua. Os sonhos que me confiavaDo travesseiro branco, insone,Agora eu sei, eram heranças –Corcéis suaves do ciclone. No monte oblíquo a lua oblíquaNos deu presságios indistintosDo que ainda vivo o morto…
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Vinicius de Moraes – O poeta Hart Crane suicida-se no mar

Quando mergulhaste na água Não sentiste como é fria Como é fria assim na noite Como é fria, como é fria? E ao teu medo que por certo Te acordou da nostalgia (Essa incrível nostalgia Dos que vivem no deserto…) Que te disse a Poesia? Que te disse a Poesia Quando Vênus que luzia No…