Mês: dezembro 2024
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Retrospectiva 2024 – Nostalgia, Números e Novos Horizontes

A retrospectiva de 2024 reflete sobre memórias nostálgicas, o cansaço do presente e a persistência do blog, que, apesar dos desafios, continua a crescer com números animadores. Entre balanços pessoais e estatísticas, destaca-se a promessa de novas traduções, poemas inéditos e a continuidade do diálogo poético em 2025.
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Dorianne Laux – Antilamentação

“Antilamentação”, um poema de Dorianne Laux: não se arrependa de nada.
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Linda Gregg – Elegância

“Elegância”, um poema de Linda Gregg em que a beleza inesperada emerge do abandono e da simplicidade, revelando a harmonia secreta entre o tempo, a natureza e o silêncio.
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Ellen Bass – Indo para a cama em uma noite de dezembro

“Indo para a cama em uma noite de dezembro”, um poema de Ellen Bass em que a intimidade de um gesto cotidiano revela a profundidade do amor e a eternidade dos vínculos, como páginas de uma memória que o tempo não apaga.
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Chris Green – Lotes de árvores de natal

*”Lotes de árvores de Natal”*, um poema de Chris Green sobre o paradoxo entre a celebração e o sacrifício, revelando uma crítica pungente à desconexão humana com a natureza.
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James Wright – Tendo perdido meus filhos, eu encaro os destroços da lua: Natal, 1960

“Tendo perdido meus filhos, eu encaro os destroços da lua: Natal, 1960”, um poema de James Wright em que o eu lírico, atravessando paisagens desoladas e congeladas, reflete sobre perda, solidão e as cicatrizes de um país marcado por memórias enterradas e vazios irreparáveis.
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John N. Morris – A carta de natal

“A Carta de Natal”, um poema de John N. Morris em que uma mensagem aparentemente simples e afetuosa revela, em tom contido e melancólico, reflexões profundas sobre o tempo, a ausência e a permanência.
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Aberto Bresciani – Bisões

E seguimos como bisões,olhando para a frente,em disparada, fugindode absolutamente nadae de quase tudo. No caminho, outros bisõesse juntam ao grupoe continuamos todos,aos atropelos, na mesma rota. Corremos, nós os bisões,para onde não sabemos,em uma pradaria fictícia,que, a exemplo dos rios,é outra a cada migração Olhamos para a frentee nos perguntamos,os olhos bovinos,se este é…
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Linda Pastan – O momento

“O momento”, de Linda Pastan: o verão desvanece, a luz solar aquece a pele, o outono se aproxima…
