Mês: outubro 2024
-
Tennessee Williams – Não temos muito tempo para amar

“Não Temos Muito Tempo para Amar”, de Tennessee Williams, é um típico poema de “carpe diem”, que enfatiza a brevidade do amor e a efemeridade da vida. Williams evoca imagens delicadas para transmitir a urgência de viver plenamente, mesmo diante da impermanência.
-
Hugo Mujica – Há escassos dias

“Há escassos dias”, um poema de Hugo Mujica que explora a delicada relação entre a perda, a memória e a consciência da própria mortalidade, revelando, de maneira sutil, a profundidade do luto e a fragilidade da existência humana.
-
José Infante – A ausência

“A Ausência” de José Infante retrata a persistência dos amantes ausentes em memórias dolorosas e a presença constante da solidão, mesmo na lembrança de momentos passados.
-
Joan Margarit – A aventura

“A Aventura”, um poema de Joan Margarit que explora temas profundos e universais como a transitoriedade da vida, a fuga da realidade cotidiana e o confronto com a eternidade.
-
Adam Zagajewski – O portão

Para Barbara Torunczyk Aprecias as palavras como um tímido ilusionista aprecia o momento de quietudedepois de deixar o palco, sozinho em um camarim onde uma vela amarela arde com sua chama oleosa e negra como breu? Que anseio te impulsionará a empurrar o pesado portão, a sentiruma vez mais o cheiro daquela madeira e o…
-
Jenny Joseph – Advertência

“Advertência”, um poema de Jenny Joseph sobre a liberdade irreverente que a velhice promete, desafiando as expectativas sociais com uma atitude ousada e despreocupada, marcada por uma antecipação de rebeldia alegre.
-
Nâzim Hikmet – Sobre viver

Sobre viverIViver não é motivo de riso: você deve levar a vida a sério como um esquilo, por exemplo — ou seja, sem buscar nada além da própria vida, viver deve ser sua única ocupação.Viver não é motivo de riso: você deve levar isto a sério, tanto e a tal…
-
Dylan Thomas – Colina de samambaias

“Colina de Samambaias”, um poema de Dylan Thomas que evoca a nostalgia da juventude dourada, quando o tempo parecia uma dádiva infinita e a natureza vibrava em harmonia com a liberdade inocente.
-
Antonio Cícero – O Fim da Vida

Conheci da humana lida a sorte: o único fim da vida é a morte e não há, depois da morte, mais nada. Eis o que torna esta vida sagrada: ela é tudo e o resto, nada. Antonio Cícero 1946 🌟 2024
-
Brenda Shaughnessy – Eu tenho uma máquina do tempo

Mas, infelizmente, ela só pode viajar para o futuroa uma velocidade de um segundo por segundo, o que parece lento para os físicos, para os comitêsde financiamento e até para mim. Mas eu consigo chegar lá – dia após dia – ao próximomomento e ao seguinte. O problema é que não consigo desligá-la. Continuo avançando…