Tag: Desencanto
-
Ángel González – Todos vocês parecem felizes…

“Todos vocês parecem felizes”, um poema de Ángel González, confronta a aparência de felicidade com o ressentimento e a amargura que atravessam as relações humanas. Entre manifestações de amor e impulsos de ódio, o poeta denuncia a fragilidade da convivência e acaba por reconhecer, em si mesmo, a desolação que observa nos outros. Uma reflexão…
-
Charles Bukowski – Foda

“Foda”, um poema de Charles Bukowski, desmonta qualquer idealização do encontro sexual ao revelar o constrangimento, a indiferença e a solidão que podem habitar a intimidade. Com humor cruel e uma franqueza desconcertante, o poeta transforma o desejo numa experiência de inadequação, em que dois corpos se aproximam sem conseguir vencer a distância emocional que…
-
Albano Martins – Lembra-te

“Lembra-te”, um poema de Albano Martins, condensa em poucos versos a passagem irreversível da beleza à deterioração. Entre a lembrança do que havia e a aspereza do que resta, o caminho transforma-se em imagem da própria existência: uma experiência de perda, consciência e inevitabilidade da qual já não parece possível desviar-se.
-
Joan Margarit – Paisagem

“Paisagem”, um poema de Joan Margarit que apresenta a solidão não como abandono, mas como um último refúgio onde identidade, memória e companhia se confundem.
-
Federico García Lorca – 1910 (Intermezzo)

“1910 (Intermezzo)”, um poema de Federico García Lorca que revisita o olhar inaugural da infância para revelar, entre imagens oníricas e presságios, o vazio oculto no curso inevitável das coisas.
-
Sebastián López-Bermejo – Kursk, 1943

“Kursk, 1943”, um poema de Sebastián López-Bermejo em que a batalha entre o passado e o presente se desenha nas trincheiras da memória, onde o tempo se dissolve e a fronteira entre vitória e derrota se torna indefinida.
-
Albano Martins – Lembra-te

Leia “Lembra-te”, de Albano Martins, um poema breve e intenso sobre memória, passagem do tempo e os caminhos inevitáveis da existência.
-
Federico García Lorca – 1910 (Intermezzo)

“1910 (Intermezzo)”, um poema de Federico García Lorca que revisita o olhar inaugural da infância para revelar, entre imagens oníricas e presságios, o vazio oculto no curso inevitável das coisas.