Philip Larkin – Canções de amor na velhice

Ela guardou canções, tomavam pouco espaçoE as capas lhe eram belas:Uma que apanhou sol e de matizes baços;Uma cheia de círculos de jarra d´água;Uma colada, num “acesso de ordem” dela,E colorida, pela filha – aguar-daram assim, até que em sua viuvez asAchou, procurando algo, e pôs-se dessa vez a Reaprender como cada acorde, obedienteE franco, … Continue lendo Philip Larkin – Canções de amor na velhice

Philip Larkin – Aubade

De dia, trabalho; à noite, eu meio que encho a cara. Olho o negror sem som, me levantando às quatro. Em tempo, a borda da cortina vai estar clara. Até lá, vejo aquilo que está ali, de fato: A morte infatigável, um dia mais perto, Tornando inviável todo pensamento, exceto O de onde, como e … Continue lendo Philip Larkin – Aubade

Philip Larkin – As Árvores

As árvores se põem a enfolhar Como algo quase expresso. Seus brotos, Tenros, estão se estendendo, soltos; Seu verde é uma espécie de pesar. Renascem, ou é a gente que vem a Envelhecer? Não, morrem, por certo. O truque anual de um novo aspecto Está inscrito nos anéis da lenha. E cada castelo móvel, no … Continue lendo Philip Larkin – As Árvores