Tag: Liberdade
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Charles Bukowski – Poema nos meus 43 anos

Leia “Poema nos meus 43 anos”, de Charles Bukowski, uma reflexão irônica sobre solidão, liberdade e o cotidiano à margem das convenções sociais.
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Jack Gilbert – Primavera

A primavera surge como experiência de liberdade e distância, enquanto o amor convive com a escolha de estar só. Jack Gilbert observa a estação sem idealizá-la, deixando que desejo, mudança e solidão ocupem o mesmo espaço.
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Don Marquis – a lição da mariposa

“a lição da mariposa”, um poema de Don Marquis em que a busca pela beleza revela o preço da consciência e o fulgor trágico de existir.
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Sophia de Mello Breyner Andresen – Eu me Perdi

“Eu me Perdi”, um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen que contrapõe a sordidez moral do mundo humano à pureza da natureza, encontrando no vento, na terra e sobretudo no mar uma forma de redenção e reencontro consigo mesma.
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Mia Couto – Falta de Reza

“Falta de Reza”, um poema de Mia Couto que rejeita a ideia de um Deus vigilante e punitivo e propõe, com ironia e delicadeza, uma visão mais humana do divino — um Deus de amizade, riso e intimidade, talvez criado pela própria necessidade humana de sentido e afeto.
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Silvio Rodriguez – Pequeña Serenata Diurna

(intérprete: Silvio Rodriguez) Vivo en un país librecual solamente puede ser libreen esta tierra, en este instanteyo soy feliz porque soy gigante.Amo a una mujer claraque amo y me amasin pedir nadao casi nada,que no es lo mismopero es igual Y si esto fuera poco,tengo mis cantosque poco a pocomuelo y rehagohabitando el tiempo,como le…
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Abû Al‑Qâsim Ash‑Shâbbî – o coração do poeta

tudo o que voa, trepa, se alça e plana sobre o Universoaves, flores, perfumes, fontes, ramos dobrados,mares, grutas, cumes, lugares habitados, vulcões, desertossombra e luz, noite e estações, nuvens, trovões,neve e bruma passageira, furacões, chuvas generosas,religião e ensinamentos, visões, sensações, silêncio e canto,tudo isso vive e mexe em meu coração: uma liberdadeirmã da sutil magia…
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Daniel Filipe – A invenção do amor

“A invenção do amor”, um poema de Daniel Filipe que transforma o gesto íntimo de amar em ato subversivo, expondo a violência dos sistemas que temem a liberdade mais simples: dois seres que se escolhem.