Tag: Décio Pignatari
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Marina Tzvietáieva – Você me Amava

“Você me Amava”, um poema de Marina Tzvietáieva, condensa a vertigem de um amor julgado imenso e a brusca revelação de seu limite. Entre honestas mentiras, ardor e despedida, o poema transforma a desilusão amorosa em lampejo de verdade, expondo com intensidade a distância entre o que se crê eterno e o que subitamente termina.
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Goethe – Pensamentos Noturnos

Leia “Pensamentos Noturnos”, de Goethe, um poema que contrapõe a eternidade das estrelas à intensidade única do amor humano.
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Federico García Lorca – 1910 (Intermezzo)

“1910 (Intermezzo)”, um poema de Federico García Lorca que revisita o olhar inaugural da infância para revelar, entre imagens oníricas e presságios, o vazio oculto no curso inevitável das coisas.
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Thomas Hardy – Acaso

Leia “Acaso”, de Thomas Hardy, um poema sobre destino, sofrimento e a indiferença do universo diante da condição humana.
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Marina Tzvietáieva – Um poema em duas traduções

Tentativa de ciúme –Trad.: Augusto de Campos Como vai você com a outra?Fácil, não é? — Um golpe de remo! —E de pronto a linha da costaSe foi e você já nem se lembra De mim, ilha flutuante(No céu, por certo, não no mar)!Almas! Almas! — antes amarComo irmãs, não como amantes! Como vai você…
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Charles Baudelaire – A Giganta

Pois quando a Natureza, em seu capricho exato,Gerava estranhos seres raros, dia a dia,Uma giganta moça – eis do eu gostaria,Para viver-lhe aos pés com a volúpia de um gato. Ver seu corpo florir com a flor de sua almaE crescer livremente em seus terríveis jogos;Ver se não teria no peito alguma oculta chama,Com as…
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Marina Tzvietáieva – Um poema em duas traduções

Tentativa de ciúme – Trad.: Augusto de Campos Como vai você com a outra? Fácil, não é? — Um golpe de remo! — E de pronto a linha da costa Se foi e você já nem se lembra De mim, ilha flutuante (No céu, por certo, não no mar)! Almas! Almas! — antes amar Como…
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Federico García Lorca – 1910 (Intermezzo)

“1910 (Intermezzo)”, um poema de Federico García Lorca que revisita o olhar inaugural da infância para revelar, entre imagens oníricas e presságios, o vazio oculto no curso inevitável das coisas.

