Tag: Luto
-
Simon Armitage – Treze poemas de “New Cemetery”

Em “New Cemetery”, Simon Armitage observa a construção de um cemitério, a pandemia, a morte do pai e o desaparecimento das mariposas.
-
Laura Gilpin – O peso de uma alma

“O peso de uma alma”, um poema de Laura Gilpin, parte de uma curiosa tentativa de medir fisicamente a alma para construir uma delicada meditação sobre morte, amor e ausência. Entre a leveza quase imperceptível de quem parte e o peso devastador suportado por quem fica, o poema encontra sua força num paradoxo comovente.
-
Laura Gilpin – Vilanela: elegia para meu pai

“Vilanela: elegia para meu pai”, um poema de Laura Gilpin, transforma a passagem inexorável do tempo numa delicada celebração da memória paterna. Entre estações, luz e sombra, a repetição própria da vilanela preserva os instantes felizes contra o desgaste dos anos, fazendo da lembrança uma forma íntima de permanência.
-
Charles Bukowski – Até

“Até”, um poema de Charles Bukowski, contempla a inevitabilidade da perda e da morte com a lucidez desencantada característica do poeta. Entre referências a Hemingway e Camus, imagens banais do cotidiano e a consciência de um destino conhecido, o poema encontra na simples continuidade da vida uma forma de resistência, sem heroísmo nem consolo, diante…
-
Howard Nelson – Meu pai ia a funerais

“Meu pai ia a funerais”, um poema de Howard Nelson que parte da memória filial para investigar o significado oculto dos gestos comuns.
-
Jack Gilbert – Para além dos começos

O poema procura o que permanece depois do impulso inicial, quando amor, perda e renovação deixam de ser promessas e se tornam experiência. Jack Gilbert acompanha esse movimento para além dos começos, atento à continuidade.
-
Joan Margarit – A última tarde

“A última tarde”, um poema de Joan Margarit que captura o instante suspenso entre a presença e a perda.
-
Roger McGough – Desafiando a gravidade

“Desafiando a gravidade”, um poema de Roger McGough que parte de uma metáfora científica simples para refletir sobre a doença terminal, a perda e o mistério da morte.
-
Fleur Adcock – Poema interrompido por uma morte

“Poema Interrompido por uma Morte”, um poema de Fleur Adcock que costura o amor e a perda com fios de lucidez, desfazendo o lirismo para revelar o que permanece quando tudo é lavado, apagado e posto em silêncio.
-
Zbigniew Herbert – O que nossos mortos fazem

“O que nossos mortos fazem”, um poema de Zbigniew Herbert sobre a delicada persistência dos que partiram — que, mesmo em silêncio, continuam a nos guiar com sinais furtivos, pequenos avisos e gestos de cuidado que atravessam o sonho e a memória.