Tag: Envelhecimento
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Dorianne Laux – Encantos sombrios

“Encantos Sombrios”, um poema de Dorianne Laux, acompanha as marcas do tempo sobre o corpo, a cidade e a lembrança. Entre perdas discretas e permanências inesperadas, a poeta transforma o passado em uma presença viva que continua respirando dentro de nós, feito sombra, música e linguagem ainda à procura de um nome.
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Rui Pires Cabral – Cartas

“Cartas”, um poema de Rui Pires Cabral, transforma a correspondência entre duas pessoas numa meditação sobre a solidão, o envelhecimento e a lenta perda de nós mesmos. Entre palavras escritas e silêncios compartilhados, emerge a consciência de um desamparo que aproxima sem necessariamente unir. O poema encontra sua força na delicada incerteza de um encontro…
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Charles Bukowski – Encurralado

Leia “Encurralado”, de Charles Bukowski, um poema sobre envelhecimento, resistência e criação, em que a derrota se converte em uma forma de lucidez.
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Mia Couto – O Espelho

Leia “O Espelho”, de Mia Couto: um poema sobre envelhecimento, identidade e o instante em que aprendemos a nos reconhecer.
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Yehuda Amichai – Tudo isso compõe um ritmo de dança

“Tudo isso compõe um ritmo de dança”, um poema de Yehuda Amichai em que o tempo rompe seus próprios compassos e faz da vida — com seus encontros interrompidos, amores que atravessam estações e memórias que nos tocam desde a morte — uma coreografia invisível, cuja música ninguém sabe quem inicia nem quem sustém.
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Sebastián López-Bermejo – Kursk, 1943

“Kursk, 1943”, um poema de Sebastián López-Bermejo em que a batalha entre o passado e o presente se desenha nas trincheiras da memória, onde o tempo se dissolve e a fronteira entre vitória e derrota se torna indefinida.
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Jack Gilbert – Envelhecer

Diante do envelhecimento, o eu do poema mede a solidão e a permanência do amor sem recorrer ao consolo fácil. A passagem do tempo transforma o corpo e a convivência, mas não elimina a intimidade construída pela memória.
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Philip Larkin – As Árvores

As árvores se põem a enfolharComo algo quase expresso. Seus brotos,Tenros, estão se estendendo, soltos;Seu verde é uma espécie de pesar. Renascem, ou é a gente que vem aEnvelhecer? Não, morrem, por certo.O truque anual de um novo aspectoEstá inscrito nos anéis da lenha. E cada castelo móvel, no mêsDe maio, em fronde espessa, pareceDizer:…
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Linda Pastan – Narciso aos 60

“Narciso aos 60”, um poema de Linda Pastan que explora a ironia da vaidade ao refletir sobre a transformação do próprio eu com o passar dos anos.
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Linda Pastan – Uma velha canção

“Uma velha canção”, um poema de Linda Pastan sobre os demônios da infância que permanecem conosco, temperando nossas vidas com amargura e desafios persistentes.