Tag: Envelhecimento
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Charles Bukowski – Encurralado

Leia “Encurralado”, de Charles Bukowski, um poema sobre envelhecimento, resistência e criação, em que a derrota se converte em uma forma de lucidez.
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Mia Couto – O Espelho

Leia “O Espelho”, de Mia Couto: um poema sobre envelhecimento, identidade e o instante em que aprendemos a nos reconhecer.
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Yehuda Amichai – Tudo isso compõe um ritmo de dança

“Tudo isso compõe um ritmo de dança”, um poema de Yehuda Amichai em que o tempo rompe seus próprios compassos e faz da vida — com seus encontros interrompidos, amores que atravessam estações e memórias que nos tocam desde a morte — uma coreografia invisível, cuja música ninguém sabe quem inicia nem quem sustém.
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Sebastián López-Bermejo – Kursk, 1943

“Kursk, 1943”, um poema de Sebastián López-Bermejo em que a batalha entre o passado e o presente se desenha nas trincheiras da memória, onde o tempo se dissolve e a fronteira entre vitória e derrota se torna indefinida.
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Jack Gilbert – Envelhecer

Diante do envelhecimento, o eu do poema mede a solidão e a permanência do amor sem recorrer ao consolo fácil. A passagem do tempo transforma o corpo e a convivência, mas não elimina a intimidade construída pela memória.
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Philip Larkin – As Árvores

As árvores se põem a enfolharComo algo quase expresso. Seus brotos,Tenros, estão se estendendo, soltos;Seu verde é uma espécie de pesar. Renascem, ou é a gente que vem aEnvelhecer? Não, morrem, por certo.O truque anual de um novo aspectoEstá inscrito nos anéis da lenha. E cada castelo móvel, no mêsDe maio, em fronde espessa, pareceDizer:…
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Linda Pastan – Narciso aos 60

“Narciso aos 60”, um poema de Linda Pastan que explora a ironia da vaidade ao refletir sobre a transformação do próprio eu com o passar dos anos.
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Linda Pastan – Uma velha canção

“Uma velha canção”, um poema de Linda Pastan sobre os demônios da infância que permanecem conosco, temperando nossas vidas com amargura e desafios persistentes.
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Linda Pastan – Ética

“Ética”, um poema de Linda Pastan que explora dilemas morais através das lentes da vida, arte e responsabilidade, revelando as conexões ocultas entre escolhas pessoais e universais.
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James Elroy Flecker – A um poeta daqui a mil anos

Eu, que há mil anos concluí meu percurso,E escrevi esta doce e arcaica canção,Por arautos te envio este discursoPor estradas que meus pés não trilharão. Não me importa se os mares tu transpões,Ou se galgas em segurança um céu mau,Se eriges exímias fortificaçõesFeitas de alvenaria ou de metal. Mas ainda tens canções e o hidromel,E…