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Maria Popova – Mas tivemos música

Leia “Mas tivemos música”, de Maria Popova, um poema luminoso sobre finitude, cosmos, beleza e a capacidade humana de se maravilhar diante do universo.
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Guilherme de Almeida – Soneto XXVII

“Soneto XXVII”, um poema de Guilherme de Almeida, retrata o encontro silencioso entre dois antigos amantes que fingem desconhecer o passado compartilhado. Sob a aparente indiferença, porém, um simples cruzar de olhares restitui aquilo que o tempo não conseguiu apagar: a lembrança melancólica de um amor irrecuperável.
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Tom Snarsky – Anseio

“Anseio”, um poema de Tom Snarsky que condensa em poucos versos uma reflexão mordaz sobre sedução, expectativa e fracasso afetivo.
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Petrarca – Soneto CCLXXII

Leia o “Soneto CCLXXII”, de Petrarca, um poema sobre o tempo, a memória e a perda, em que o amor resiste apenas como lembrança.
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Jason Shinder – Meia Idade

“Meia Idade”, um poema de Jason Shinder que examina a maturidade como um território marcado pela perda, pela memória e pela persistência do desejo.
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Wendell Berry (1934–2026): a fidelidade à terra

Há um verso de “O desejo de ser generoso” que hoje parece ter mudado de temperatura. Depois de enumerar tudo aquilo que ama e que sabe condenado a desaparecer — a carne, o jardim, o campo, os lírios, a floresta, a própria terra —, Wendell Berry imagina sua vida como “uma paciente descida voluntária em…
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Lucrécio – Da Natureza das Coisas (de rerum natura) (excerto)

Leia este excerto de “Da Natureza das Coisas”, de Lucrécio, um poema filosófico sobre matéria, natureza e a transformação contínua do universo.
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Joan Margarit – Paisagem

“Paisagem”, um poema de Joan Margarit que apresenta a solidão não como abandono, mas como um último refúgio onde identidade, memória e companhia se confundem.
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Joan Margarit – Rumo ao crepúsculo

“Rumo ao Crepúsculo”, um poema de Joan Margarit que imagina a família como uma procissão através do tempo, unindo vivos e mortos em uma mesma paisagem de memória.
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Joan Margarit – Recolhimentos

“Recolhimentos”, um poema de Joan Margarit que reflete sobre o envelhecimento, o esgotamento diante do ruído do mundo e a busca por uma forma mais essencial de existência.