Mês: junho 2025
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Mark Strand – Certa manhã

“Certa Manhã”, um poema de Mark Strand que captura um momento de profunda introspecção enquanto o narrador, à deriva em um barco, experimenta uma revelação silenciosa sobre a solidão e o que se esconde sob a superfície da existência.
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Arnaldo Antunes – Eu apresento a página branca

Eu apresento a página branca Contra: Burocratas travestidos de poetasSem-graças travestidos de sériosAnões travestidos de criançasComplacentes travestidos de justosJingles travestidos de rockEstórias travestidas de cinemaChatos travestidos de coitadosPassivos travestidos de pacatosMedo travestido de sensoCensores travestidos de sensoresPalavras travestidas de sentidoPalavras caladas travestidas de silêncioObscuros travestidos de complexosBois travestidos de tourosFraquezas travestidas de virtudesBagaços travestidos de…
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William Butler Yeats – “When you are old” em 4 traduções

“When you are old and grey and full of sleep”, poema de William Butler Yeats, nas traduções de José Agostinho Baptista, Adriano Nunes, Paulo Vizioli e Jorge Wanderley
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Louise Glück – Eros

“Eros,” um poema de Louise Glück que explora a delicada interseção entre amor e desapego, revelando um estado de plenitude emocional em meio à solidão e à contemplação.
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William Stafford – No monumento não-nacional ao longo da fronteira canadense

“No monumento não-nacional ao longo da fronteira canadense”, um poema de William Stafford
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John Murillo – Dolores, talvez

“Dolores, Talvez”, um poema de John Murillo que explora as sombras da memória em um verão californiano de 1983, onde lembranças difusas se cristalizam em um talismã feito de ossos e remorsos – uma história sobre o que permanece quando tudo o mais se desfaz ao vento.
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Toi Derricotte – Não Esquecido

“Não Esquecido”, um poema de Toi Derricotte em que a delicada relação entre memória e esquecimento é explorada através de um contraste entre a natureza e o luto humano, revelando o temor da efemeridade e o desejo de preservar o que o tempo insiste em apagar.


