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James Wright – Tendo perdido meus filhos, eu encaro os destroços da lua: Natal, 1960

“Tendo perdido meus filhos, eu encaro os destroços da lua: Natal, 1960”, um poema de James Wright em que o eu lírico, atravessando paisagens desoladas e congeladas, reflete sobre perda, solidão e as cicatrizes de um país marcado por memórias enterradas e vazios irreparáveis.
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John N. Morris – A carta de natal

“A Carta de Natal”, um poema de John N. Morris em que uma mensagem aparentemente simples e afetuosa revela, em tom contido e melancólico, reflexões profundas sobre o tempo, a ausência e a permanência.
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Aberto Bresciani – Bisões

E seguimos como bisões,olhando para a frente,em disparada, fugindode absolutamente nadae de quase tudo. No caminho, outros bisõesse juntam ao grupoe continuamos todos,aos atropelos, na mesma rota. Corremos, nós os bisões,para onde não sabemos,em uma pradaria fictícia,que, a exemplo dos rios,é outra a cada migração Olhamos para a frentee nos perguntamos,os olhos bovinos,se este é…
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Linda Pastan – O momento

“O momento”, de Linda Pastan: o verão desvanece, a luz solar aquece a pele, o outono se aproxima…
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May Swenson – Indagações

“Indagações”, um poema de May Swenson que explora as profundas inquietações que surgem diante da perda, questionando a própria essência do ser e o que permanece quando os laços que sustentam a vida se rompem.
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Mary Oliver – A jornada

*”A Jornada”*, um poema de Mary Oliver sobre o momento transformador em que alguém encontra a coragem para seguir sua própria voz, mesmo em meio às pressões e desafios ao redor.
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Mark Strand – Um fragmento da tempestade

Leia “Um fragmento da tempestade”, um poema de Mark Stand, uma reflexão poética sobre os ciclos da vida.
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Mary Oliver – Gansos selvagens

“Gansos Selvagens”, um poema de Mary Oliver que convida o leitor a aceitar sua própria natureza e a encontrar conforto e pertencimento no mundo natural, sem a necessidade de perfeição ou arrependimento excessivo.


