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Jack Gilbert – Não a felicidade, mas a consequência da felicidade

“Não a felicidade, mas a consequência da felicidade”, um poema de Jack Gilbert em que a memória e a solidão dançam em silêncio, refletindo a complexidade da vida e do coração.
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Jack Gilbert – De pouco em pouco: da meia-noite às quatro da manhã

“De pouco em pouco: da meia-noite às quatro da manhã”, um poema de Jack Gilbert que explora o peso do arrependimento e a profundidade dos laços humanos nos momentos mais frágeis, envolvendo o leitor em uma reflexão íntima e comovente sobre a despedida.
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Carlos Drummond de Andrade – Carta

Bem quisera escrevê-lacom palavras sabidas,as mesmas, triviais,embora estremecessema um toque de paixão.Perfurando os obscuroscanais de argila e sombra,ela iria contandoque vou bem, e amo sempree amo cada vez maisa essa minha maneiratorcida e reticente,e espero uma resposta,mas que não tarde; e peçoum objeto minúsculosó para dar prazera quem pode ofertá-lo;diria ela do tempoque faz do…
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Saskia Hamilton – 1944

“1944”, um poema de Saskia Hamilton em que gestos de cuidado e resistência emergem em meio à devastação da guerra, revelando a força humana diante do caos.
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Nelson Santander – Pontuação

“Pontuação”, um poema de Nelson Santander que transforma o instante banal da colisão em vírgula sangrenta da existência — e revela, entre linguagem e silêncio, que até os erros gramaticais podem ser vestígios da morte.
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Peter Davidson – Castelos de Setembro

“Castelos de Setembro”, um poema de Peter Davidson em que a chegada do outono evoca reflexões sobre a transitoriedade, a solidão e a memória, entrelaçando paisagens íntimas e culturais em um diálogo com o tempo e a poesia.
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Mário Quintana – Pequeno Poema Didático

O tempo é indivisível. Dize,Qual o sentido do calendário?Tombam as folhas e fica a árvore,Contra o vento incerto e vário. A vida é indivisível. MesmoA que se julga mais dispersaE pertence a um eterno diálogoA mais inconseqüente conversa. Todos os poemas são um mesmo poema,Todos os porres são o mesmo porre,Não é de uma vez…
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Louis MacNeice – Déjà Vu

“Déjà Vu”, um poema de Louis MacNeice em que o tempo dobra sobre si mesmo enquanto uma mulher contempla o eterno num instante.
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Tadeusz Różewicz – Epístola Apócrifa

“Epístola Apócrifa”, um poema de Tadeusz Różewicz em que Jesus confessa à sua mãe as frustrações de sua missão divina entre os homens.
