-
Ana Martins Marques – entre a casa/ e o acaso,

Leia entre “a casa/ e o acaso”, de Ana Martins Marques, um poema que explora permanência, deslocamento e escolha por meio de uma linguagem precisa e sugestiva.
-
Penelope Shuttle – Superada

“Superada”, um poema de Penelope Shuttle que captura o instante delicado em que a maternidade se vê confrontada pela passagem do tempo.
-
Gregório de Matos – Nasce o Sol e Não Dura mais que um Dia

Leia “Nasce o Sol e Não Dura mais que um Dia”, de Gregório de Matos: um soneto barroco sobre o tempo, a beleza e a inconstância da vida.
-
Gjertrud Schnackenberg – 1. Tirando o pó

“1. Tirando o pó”, um poema de Gjertrud Schnackenberg que transforma gestos domésticos cotidianos em meditação sobre memória, matéria e permanência.
-
Mia Couto – O Espelho

Leia “O Espelho”, de Mia Couto: um poema sobre envelhecimento, identidade e o instante em que aprendemos a nos reconhecer.
-
W. H. Auden – Aquele que Ama Mais

Leia “Aquele que Ama Mais”, de W. H. Auden: um poema sobre amor, indiferença e a beleza melancólica de quem aceita amar mais.
-
Louise Glück – Parábola do voo

“Parábola do voo”, um poema de Louise Glück que transforma o voo de uma revoada em meditação sobre a transitoriedade do amor e da experiência humana.
-
Rainer Maria Rilke – Hora Grave

Leia “Hora Grave”, de Rainer Maria Rilke: um poema sobre solidão, humanidade e a ligação invisível entre todas as vidas.
-
Eavan Boland – Eurídice fala

“Eurídice fala”, um poema de Eavan Boland que revisita o mito clássico a partir de uma voz íntima e deslocada, refletindo sobre memória, linguagem e reconhecimento em um espaço onde o real e o mítico se confundem.
