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Paulo Henriques Britto – de “Cinco Sonetos Frívolos”

Leia o poema V, de Cinco sonetos frívolos, de Paulo Henriques Britto: um poema sobre desgaste, separação e a lenta dissolução dos afetos.
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Franz Wright – O desaparecimento

“O desaparecimento”, um poema de Franz Wright que contempla a beleza efêmera do mundo sob o signo da perda, sugerindo que tudo é visto pela última vez e culminando em uma atitude de exaustão e resignação diante daquilo que nunca foi plenamente compreendido.
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Paulo Henriques Britto – De “Cinco Sonetos Frívolos”

O poema IV, de “Cinco sonetos frívolos”, de Paulo Henriques Britto: um poema sobre realidade, ilusão e a serenidade diante do engano.
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Mary Oliver – Encontro

“Encontro”, um poema de Mary Oliver que aborda a morte de um pequeno animal com simplicidade e profundidade, refletindo sobre a efemeridade da vida, a indiferença da natureza e a inutilidade dos rituais diante do fim.
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Wislawa Szymborska – A Vida na Hora

“A Vida na Hora”, um poema de Wisława Szymborska que imagina a existência humana como uma estreia teatral sem ensaio nem bastidores.
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Seamus Heaney – Limbo

“Limbo”, um poema de Seamus Heaney que retrata o infanticídio sob uma ótica brutal e simbólica, explorando culpa, religião e exclusão espiritual ao imaginar o destino da alma de um bebê não batizado lançado às águas.
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Ferreira Gullar – Cantiga pra não Morrer

“Cantiga para não Morrer”, um poema de Ferreira Gullar que transforma a despedida amorosa em súplica delicada contra o desaparecimento.
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Franz Wright – Um só coração

“Um só amor”, um poema de Franz Wright que combina confissão e oração para expressar a fragilidade humana diante de um mundo caótico, encontrando, em breves instantes de lucidez e beleza, uma experiência de graça que transforma o sofrimento em súplica e gratidão.
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Wislawa Szymborska – Escrevendo um Currículo

“Escrevendo um Currículo”, um poema de Wisława Szymborska que examina, com ironia afiada e aparente simplicidade, os mecanismos pelos quais a experiência humana é reduzida a informação útil e verificável.
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Seamus Heaney – Cavando

“Cavando”, um poema de Seamus Heaney que contrapõe o trabalho manual de seu pai e avô à sua própria vocação literária, transformando a escrita em continuidade simbólica da tradição familiar e afirmando a poesia como forma de “cavar” na memória e na identidade.