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Paulo Henriques Britto – Horácio no Baixo

“Horácio no Baixo”, um poema de Paulo Henriques Britto que reinterpreta a ode clássica de Horácio em chave contemporânea e coloquial, reafirmando a valorização do presente e a inutilidade de tentar prever o futuro diante da fugacidade do tempo.
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Adam Zagajewski – Tadeusz Kantor

“Tadeusz Kantor”, um poema de Adam Zagajewski que revisita a figura do encenador polonês Tadeusz Kantor para refletir sobre o tempo, a morte e a memória, mostrando como a arte revela a degradação inevitável da vida e transforma a existência em uma sucessão de despedidas.
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Paulo Henriques Britto – Oficina

“Oficina”, um poema de Paulo Henriques Britto que investiga o fazer poético como trabalho deliberado e imperfeito, refletindo sobre os limites da linguagem, a interferência do acaso e a tensão entre intenção e resultado na criação literária.
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Dennis O’Driscoll – alguém

“alguém”, um poema de Denis O’Driscoll, em que o poeta enumera gestos cotidianos de pessoas comuns que, sem que elas saibam, são os últimos momentos de suas vidas, revelando a fragilidade da existência e a proximidade invisível da morte.
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Omar Khayyam – Do Rubaiyat (XXIII)

“Rubaiyat (XXIII)”, um poema de Omar Khayyam que reduz a grandeza do mundo, da ciência e da existência humana à insignificância, culminando numa visão radical de vazio e inutilidade do conhecimento diante do infinito.
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Freya Bantiff – Deus, a Baleia

“Deus, a Baleia”, um poema de Freya Bantiff que imagina Deus como uma baleia insondável e vulnerável, unindo espiritualidade e crise ambiental para refletir sobre fé, destruição ecológica e a surdez divina em um mundo marcado por poluição, guerra e solidão humana.
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Jorge Luis Borges – A um Poeta Menor da Antologia

“A um poeta menor da antologia”, um poema de Jorge Luis Borges que contrapõe anonimato e glória, sugerindo que o esquecimento pode ser uma forma de misericórdia, ao preservar o indivíduo da exposição implacável da fama e valorizando a experiência íntima acima da imortalidade pública.
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Zoe Higgins – Ode

“Ode”, um poema de Zoe Higgins que celebra o inacabado e transforma a falha diária em gesto de aceitação serena da vida como ela é.
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Jorge Luis Borges – Ewigkeit

“Ewigkeit”, um poema de Jorge Luis Borges que dialoga com a tradição do memento mori para, em contraste, negar o esquecimento absoluto e afirmar que a experiência vivida — a memória do mundo — persiste na eternidade.
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Roger Hecht – Soneto

“Soneto”, um poema de Roger Hecht que contrapõe o terror religioso à inocente inscrição das iniciais na árvore, sugerindo que a permanência humana resiste não no dogma, mas no gesto frágil de marcar o mundo.