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Patrick Galvin – Plaisir d’Amour

“Plaisir d’Amour”, um poema de Patrick Galvin sobre o desejo como última forma de resistência ao tempo.
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Ferreira Gullar – O Universo

“O Universo”, um poema de Ferreira Gullar que contrapõe a vastidão cósmica à pequenez humana, refletindo sobre a consciência como o raro fenômeno que permite ao universo perceber a si mesmo, mesmo diante do abismo de matéria, tempo e escuridão.
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Boris Novak – Decisões

“Decisões”, um poema de Boris Novak em que o gesto mais humano é ouvir, e a esperança surge não como consolo, mas como fardo.
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Ferreira Gullar – Infinito Silêncio

“Infinito Silêncio”, um poema de Ferreira Gullar que evoca o vazio primordial anterior à criação, explorando o silêncio como força originária e permanente que atravessa a existência e sustenta, de modo paradoxal, toda a vida.
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Jack Gilbert – Primavera

A primavera surge como experiência de liberdade e distância, enquanto o amor convive com a escolha de estar só. Jack Gilbert observa a estação sem idealizá-la, deixando que desejo, mudança e solidão ocupem o mesmo espaço.
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Ferreira Gullar – A Propósito do Nada

“A propósito de Nada”, um poema de Ferreira Gullar que investiga a natureza da identidade e da existência, contrapondo a percepção do outro à autoconsciência e refletindo sobre o apagamento do ser diante da morte e do esquecimento.
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Seamus Heaney — A Península

“A Península”, um poema de Seamus Heaney que transforma a jornada pelo vazio em método de revelação, ensinando que o silêncio pode ser mais eloquente que as palavras quando se aprende a ver as coisas fundadas limpas em suas próprias formas.
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Paulo Mendes Campos – O Amor Acaba

“O Amor Acaba”, uma crônica de Paulo Mendes Campos que enumera, em fluxo contínuo e imagético, as múltiplas formas e momentos em que o amor se desfaz, revelando sua natureza transitória e reiterando que seu fim é tão inevitável quanto seu recomeço.
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Czesław Miłosz – Confissão

“Confissão”, um poema de Czesław Miłosz em que a grandeza é vista — mas não habitada.
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Paulo Henriques Britto – de “Uma Doença”

O poema III da série “Uma Doença” utiliza o corpo como metáfora para a condição humana, apresentando toda forma de existência como provisória e arbitrária, e apontando a morte como o único estado definitivo.