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José Olivarez – Inverno em Cal City

“Inverno em Cal City”, um poema de José Olivarez sobre a sabedoria discreta de quem aprende a não confundir permanência com amor.
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Paulo Henriques Britto – da série “Caderno”

O poema X da série “Caderno”, de Paulo Henriques Britto que explora a repetição do fracasso como experiência formadora, mostrando como a insistência transforma o erro em condição permanente e converte a própria queda em espetáculo.
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David James – [Se Deus existe]
![David James – [Se Deus existe]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2025/12/chatgpt-image-20-de-dez.-de-2025-13_45_04.png)
“[Se Deus existe]”, um poema de David James que busca Deus não no alto, mas no que é exato, cotidiano e silenciosamente luminoso
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Omar Khayyam – do Rubaiyat (LXI)

“Rubaiyat (LXI)”, um poema de Omar Khayyam que encara a morte com serenidade e até preferência, tratando a vida como algo imposto e transitório, a ser devolvido sem apego ou ilusão.
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Alberto Ríos – Contos

“Contos”, um poema de Alberto Ríos sobre a brevidade luminosa de existir, esse esboço de romance que escrevemos sem tempo de chegar ao fim, enquanto tentamos decifrar o enredo antes que a última página nos vire sozinha.
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Omar Khayyam – do Rubaiyat (XXXI)

“Rubaiyat (XXXI)”, um poema de Omar Khayyam que critica a vaidade do conhecimento humano diante da inevitabilidade da morte, lembrando que toda ambição intelectual é irrelevante perante a finitude do corpo e o destino comum da decomposição.
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Patrick Kavanagh — Uma estrela

“Uma Estrela”, um poema de Patrick Kavanagh que perscruta a arquitetura do desaparecimento, onde a memória da luz se converte em fantasma e o gesto humano, suspenso na orla do abismo, tenta tatear a substância do silêncio.
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Omar Khayyam – Do Rubaiyat (XVII)

“Rubaiyat (XVII)”, um poema estoico de Omar Khayyam que valoriza o presente ao comparar o fluxo dos dias ao rio e ao vento, sugerindo a indiferença em relação ao passado e ao futuro diante da fugacidade do tempo.
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Zbigniew Herbert – O que nossos mortos fazem

“O que nossos mortos fazem”, um poema de Zbigniew Herbert sobre a delicada persistência dos que partiram — que, mesmo em silêncio, continuam a nos guiar com sinais furtivos, pequenos avisos e gestos de cuidado que atravessam o sonho e a memória.
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Omar Khayyam – Do Rubaiyat (XII)

“Rubaiyat (XII)”, um poema de Omar Khayyam que desloca a busca metafísica do exterior para o interior humano, afirmando que céu e inferno não são lugares distantes, mas dimensões da própria consciência.