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Jorge Valdés Díaz-Vélez – S.T.T.R. Sit Tibi Terra Levis

“S.T.T.L. Sit Tibi Terra Levis”, um poema de Jorge Valdés Díaz-Vélez que reflete sobre a memória e a ausência, evocando, com delicadeza, a figura de um ente querido que, embora ausente, permanece presente nos ecos da vida e nas lembranças do narrador, em um diálogo íntimo com a morte e o tempo.
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Konstantinos Kaváfis – A cidade

Dizes: “Eu vou para outras terras, eu vou para outro mar.Hão de existir outras cidades melhores do que esta.De todo o esforço feito – estava escrito – nada restae sepultado qual um morto eu tenho o coração.Até quando vai minha alma ficar nesta inação?Onde quer que eu olhe, para onde quer que eu volte a…
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Charles Simic – O dicionário

“O Dicionário”, um poema de Charles Simic que revela, entre palavras não ditas e luz matinal, a busca por significados ocultos na simplicidade do cotidiano.
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Mary Oliver – A Tartaruga

A Tartaruga irrompe da pele arroxeada da água, arrastando sua carapaçacom escamas musgosasatravés das águas rasas, entre os juncose pelos lodaçais, para a elevação,até a areia dourada,para cavar, com suas patas desajeitadas,um ninho, e ali se abaixar, expelindoseus ovos brancosna escuridão, e você pensa em sua paciência, sua perseverança,sua determinação em completaro que nasceu para…
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Lope de Vega – Desmaiar, ousar, ficar furioso

“Desmaiar, ousar, ficar furioso”, um poema de Lope de Vega que explora as intensas contradições e os extremos apaixonados do amor, revelando seus paradoxos e mistérios com uma profundidade arrebatadora.
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Kim Addonizio – O que os mortos temem

“O que os mortos temem”, um poema de Kim Addonizio sobre anseios silenciosos além da morte.
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Juan Vicente Piqueras – História universal

“História Universal”, um poema de Juan Vicente Piqueras que reflete sobre a jornada íntima e universal do homem, capturando a beleza efêmera e as contradições profundas da vida.
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Tennessee Williams – Não temos muito tempo para amar

“Não Temos Muito Tempo para Amar”, de Tennessee Williams, é um típico poema de “carpe diem”, que enfatiza a brevidade do amor e a efemeridade da vida. Williams evoca imagens delicadas para transmitir a urgência de viver plenamente, mesmo diante da impermanência.
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Hugo Mujica – Há escassos dias

“Há escassos dias”, um poema de Hugo Mujica que explora a delicada relação entre a perda, a memória e a consciência da própria mortalidade, revelando, de maneira sutil, a profundidade do luto e a fragilidade da existência humana.
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José Infante – A ausência

“A Ausência” de José Infante retrata a persistência dos amantes ausentes em memórias dolorosas e a presença constante da solidão, mesmo na lembrança de momentos passados.